Reportagem que a rede globo fez referente ao novo código florestal.
PODEMOS FAZER A DIFERENÇA COM PEQUENOS GESTOS PARA SALVAR O MEIO AMBIENTE | Dicas de como podemos mudar o mundo, o local onde vivemos e o meio ambiente com apenas pequenos gestos, que trarão grande mudanças, leia e faça parte desse movimento. Só nós podemos mudar e salvar o nosso planeta, então recicle sua maneira de pensar e venha... ALESSANDRO AZZONI www.alessandroazzoni.com
segunda-feira, 23 de maio de 2011
IBAMA EM GUERRA CONTRA DESMATAMENTO
Ibama detecta queimada de mais de mil hectares e flagra exploração ilegal de madeira no norte de Mato Grosso
Sinop (16/05/2011) – Em ação conjunta com a Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema) e a Polícia Militar Ambiental do MT, realizada na última semana, agentes do Ibama atuando na Operação Disparada encontraram uma exploração de madeira ilegal no município de Itaúba, no norte do estado. Foram apreendidas 389 toras de de diversas espécies, que estavam em várias esplanadas ao longo dos ramais abertos na floresta para a retirada da madeira ilegal. Próximo ao local da extração ilegal de madeira, foi detectada também uma área de 1.126 hectares onde a floresta foi queimada.
Os responsáveis pela queimada e e pela extração ilegal de madeira serão multados em R$ 8,9 milhões, terão as áreas embargadas e devem responder por crime ambiental na justiça. A ação foi executada para averiguar informação levantada pelo Ibama de que os créditos gerados em uma área de exploração, autorizada, estariam sendo utilizados para ocultar madeira ilegal oriunda de outras áreas.
Perto da propriedade onde havia a exploração ilegal, dois caminhões carregados de madeira em toras foram apreendidos devido a diferenças entre os volumes e as espécies transportadas e os dados constantes das Guias Florestais apresentadas pelos caminhoneiros no momento da fiscalização. Os caminhões e a madeira que transportavam foram conduzidos para Sinop, onde estão depositados sob a responsabilidade da Gerência Executiva do Ibama no município.
A situação encontrada pela fiscalização ilustra bem a dinâmica da ocupação do solo feita de forma ilegal na Amazônia, primeiro vem a exploração seletiva de madeira, realizada sem critérios no que tange à conservação da área e que provoca grandes danos à floresta nativa. Depois de esgotadas as árvores de interesse comercial, o desmatamento a corte raso é realizado, muitas vezes com o uso do fogo, uma vez que a floresta degradada se torna muito mais suscetível a incêndios, e em seguida tem início a produção agropecuária na área.
Outra situação característica do caso é o esquema fraudulento de comercialização de madeira ilegal, no qual documentos de áreas autorizadas para a exploração de madeira são utilizados para dar aparência de legalidade a madeiras oriundas de outras áreas, possibilitando a sua inserção no mercado. Para isso é necessário o envolvimento de pessoas de toda a cadeia produtiva, desde a extração e transporte da madeira ilegal, a emissão de documentos de transporte de áreas autorizadas que são fraudados até as empresas que recebem, beneficiam e comercializam o produto do crime ambiental.
É importante ressaltar que o desmatamento e a extração ilegal de madeira também estão diretamente ligados a uma série de outros crimes, como roubo de madeira, exploração de trabalhadores em condições análogas à escravidão, grilagem de terras, formação de quadrilha e sonegação fiscal, dentre outros.
Christian Dietrich
Ascom – Ibama
Fotos: Christian Dietrich – Ibama e Ibama/PR
IBAMA COMBATE DESMATAMENTO NA AMAZÕNIA
Ibama intensifica combate ao desmatamento na Amazônia
Brasília (18/05/2011) – Fiscais do Ibama apreenderam, somente no Mato Grosso, 40 dos 56 tratores de esteira e grande porte recolhidos na Amazônia que estavam sendo usados em desmatamento ilegal de novas frentes. Neste ano, o Ibama iniciou as operações na Amazônia já em janeiro, ainda no período de chuvas. Além dos tratores, o instituto apreendeu 46 mil metros cúbicos de madeira e 76 caminhões e embargou 27 serrarias e 37,3 mil hectares de áreas. O número de operações mais que dobrou de janeiro a maio e as multas chegaram a R$ 275 milhões.
Para derrubar a floresta, os infratores estão recorrendo ao correntão, com vários metros de extensão e de até 45 centímetros de diâmetro de elo, preso a dois tratores. Segundo relatos, quando o correntão passa por uma área, toda a vegetação vai ao chão rapidamente de uma vez e o barulho dos galhos e troncos quebrados dá a impressão de que a mata está chorando.
Depois, o desmatador ateia fogo na área para, na sequência, iniciar a produção de grãos ou criação de gado. Em Itaúba, no norte do Mato Grosso, os fiscais do Ibama identificaram desmatamento de 1.126 hectares onde a floresta foi queimada. Próximo a este local, apreenderam 389 toras de diversas espécies, que estavam em várias esplanadas ao longo dos ramais abertos na floresta para a retirada da madeira ilegal.
Tão logo identificou a tendência de aumento do desmatamento, por meio das imagens de satélite, o Ibama intensificou significativamente a presença nas áreas mais críticas. Mais de 550 agentes de todo o país convergiram para as áreas em que os satélites detectaram o aumento do desmatamento ilegal. Houve reforço também de veículos, helicópteros e aviões de monitoramento do Ibama e do Instituto Chico Mendes.
O Ibama sufocará o desmatamento ilegal com o embargo de todas as áreas desmatadas e as exporá na lista de áreas embargadas, o que impedirá a comercialização de gado ou grãos produzidos sobre as áreas desmatadas sem autorização. Aquele que comprar produtos oriundos dessas áreas também será responsabilizado pelo crime ambiental. “Não adianta desmatar, o satélite detectará o ilícito e toda soja e todo boi serão fatalmente apreendidos”, avisou o presidente do Ibama, Curt Trennepohl.
Fotografias de desmatamento da Operação Disparada
Ascom – Ibama
SISTEMA DETER - DETECÇÃO DE DESMATAMENTO EM TEMPO REAL
O QUE É O DETER?
O DETER é um levantamento rápido feito mensalmente pelo INPE desde maio de 2004, com dados do sensor MODIS do satélite Terra/Aqua e do Sensor WFI do satélite CBERS, de resolução espacial de 250 m. O DETER foi desenvolvido como um sistema de alerta para suporte à fiscalização e controle de desmatamento. Por esta razão o DETER mapeia tanto áreas de corte raso quanto áreas em processo de desmatamento por degradação florestal.
LINK DA HOMEPAGE : http://www.obt.inpe.br/deter/
URGENTE DESMATE AUMENTA NA AMAZÔNIA - FONTE INPE
| DETER revela desmate de 593 km2 na Amazônia em março e abril 18/05/2011 | ||||||||||||||||||||||||||||||||
Dados obtidos durante março e abril pelo DETER, sistema baseado em satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), apontam o desmatamento de 593 km2 na Amazônia. Deste total, 480 km2 foram verificados no Mato Grosso, como mostra a tabela abaixo.
Os resultados do DETER devem ser analisados em conjunto com as informações sobre a cobertura de nuvens, que afeta a observação por satélites. As áreas em rosa dos mapas a seguir correspondem aos locais que estiveram encobertos em março e abril. Nos mesmos mapas, os pontos amarelos mostram a localização dos alertas emitidos pelo DETER. Mapa de alertas de março Mapa de alertas de abril Relatórios completos sobre o desmatamento verificado em março e abril, bem como nos meses anteriores, estão disponíveis na página:www.obt.inpe.br/deter Sistema de alerta Em função da cobertura de nuvens variável de um mês para outro e, também, da resolução dos satélites, o INPE não recomenda a comparação entre dados de diferentes meses e anos obtidos pelo DETER. Este sistema registra tanto áreas de corte raso, quando os satélites detectam a completa retirada da floresta nativa, quanto áreas classificadas como degradação progressiva, que revelam o processo de desmatamento na região. Em operação desde 2004, o DETER é um sistema de alerta para suporte à fiscalização e controle de desmatamento. Embora os dados sejam divulgados em relatórios mensais ou bimestrais, os resultados do DETER são enviados quase que diariamente ao Ibama, responsável por fiscalizar as áreas de alerta. Como o DETER utiliza dados do sensor MODIS do satélite Terra, com resolução espacial de 250 metros, é possível detectar polígonos de desmatamento com área maior que 25 hectares. Nem todos os desmatamentos maiores que 25 hectares são identificados pelo sistema, devido à eventual cobertura de nuvens. A menor resolução dos sensores usados pelo DETER é compensada pela capacidade de observação diária, que torna o sistema uma ferramenta ideal para informar rapidamente aos órgãos de fiscalização sobre novos desmatamentos. Os números apontados pelo DETER são importantes indicadores para os órgãos de controle e fiscalização. No entanto, para computar a taxa anual do desmatamento por corte raso na Amazônia, o INPE utiliza o PRODES (www.obt.inpe.br/prodes), que trabalha com imagens de melhor resolução espacial capazes de mostrar também os pequenos desmatamentos. A cada divulgação sobre o sistema de alerta DETER, o INPE apresenta também um relatório de avaliação amostral dos dados. Os relatórios, assim como todos os dados relativos ao DETER, são públicos e podem ser consultados em www.obt.inpe.br/deter Matéria extraída da home page do INPE - Instituto de Pesquisas Espaciais: http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=2545 dados técnicos do desmatamento da região amazônica http://www.obt.inpe.br/prodes/r2010.htm |
domingo, 22 de maio de 2011
S.O.S - CÓDIGO FLORESTAL - PARQUE DO IBIRAPUERA SÃO PAULO
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| momentos antes de sair a mobilização |
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| sos mata atlântica |
HOJE FOI UM DIA MUITO ESPECIAL MAIS UM DIA DE COMEMORAÇÃO DO S.O.S. MATA ATLÂNTICA FEZ UM DIA DE MANIFESTO CONTRA O A VOTAÇÃO DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL, NOS REUNIMOS POR VOLTA DAS 10HS DESTE DOMINGO E FIZEMOS UMA CAMINHADA ATÉ O FAMOSO MONUMENTO DAS BANDEIRAS, MAS O MAIS IMPORTANTE FOI MOSTRAS QUE MUITAS ATITUDES SUSTENTÁVEIS FORAM APRESENTADAS E MUITAS PESSOAS ASSINARAM CONTRA O NOVO CÓDIGO FLORESTAL QUE COLOCARÁ EM RISCO TODAS AS NOSSAS FLORESTAS, VISTO QUE MESMO ANTES DA APROVAÇÃO DO NOVO CÓDIGO INICIOU UMA CORRIDA DE DESMATAMENTO NA REGIÃO DO MATO GROSSO E REGIÃO AMAZÓNICA, OBRIGANDO O GOVERNO FEDERAL A MANDAR TROPAS FEDERAIS PARA CONTER ESSE DESMATAMENTO OU ESSE CRIME AMBIENTAL, ISSO OCORRE POIS SE APROVADO O NOVO CÓDIGO FLORESTAL ESSES PROPRIETÁRIOS PODERÃO TER ANISTIA(O princípio que anula as punições de uma lei). É UM ABSURDO !!
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| sos floresta - greenpeace |
SE MOBILIZE NESTA TERÇA FEIRA CONTRA O NOVO CÓDIGO FLORESTAL SÓ NÓS UNIDOS PODEMOS FAZER ALGO CONTRA ESSE CRIME AMBIENTAL LEGALIZADO PELO CONGRESSO NACIONAL, FAÇA A DIFERENÇA USE SEU TWITTER CONTRA USANDO:
#SOSFLORESTAS
#SOSCODIGOFLORESTAL
#VOTEPELASFLORESTAS
#CODIGOFLORESTAL
#DEBCODIGOFLORESTAL,
USE O FACEBOOK MOBILIZANDO SEUS AMIGOS PARA ESSA CORRENTE, MANDEM E-MAIL PARA OS DEPUTADOS FEDERAIS PEDINDO QUE TOMEM O DEVIDO CUIDADO NA VOTAÇÃO, MAS SE MOBILIZE NÃO FIQUE PARADO POIS SE APROVADO QUE PERDERÁ SERÁ VOCÊ, SUA FAMILIA E SEUS FILHOS DEPOIS DE VOTADO SÓ DEUS PODERÁ NOS AJUDAR...
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| fila para o plantio de mudas sosfloresta |
quinta-feira, 19 de maio de 2011
NOVO CÓDIGO FLORESTAL PODE PROVOCAR A DESTRUIÇÃO DE NOSSAS FLORESTAS
Este vídeo foi criado por um grupo de universitários para mostrar e alertar o mundo dos riscos que nosso país corre com os desmatamento e queimadas e desastres ambientais.
Com a eminência da aprovação do Novo Código Florestal a região do Mato Grosso bate o recorde de desmatamento, o que significa isso são fazendeiros que vão se beneficiar com a anistia do novo código é justo com nossas florestas?
o governo federal foi obrigado a criar um gabinete para gestão de crise para parar os desmatamentos no Mato Grosso e região Amazônica, isso que o "NOVO CÓDIGO FLORESTAL NEM FOI APROVADO POR ISSO DIGA NÃO "
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Riscos das Mudanças Climáticas no Brasil
10/05/2011
O aumento na temperatura e o decréscimo das chuvas na Amazônia acima da variação global média esperada é uma das principais conclusões do relatório final do projeto “Riscos das Mudanças Climáticas no Brasil”, divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Met Office Hadley Centre (MOHC). O documento é resultado de três anos de trabalho de pesquisadores do Reino Unido e do Brasil, com financiamento da Embaixada Britânica.Os estudos mostram a importância da Amazônia para o clima global e como provedora de serviços ambientais para o Brasil. O objetivo do projeto é subsidiar os formuladores de políticas com evidências científicas das mudanças climáticas e de seus possíveis impactos no Brasil, na América do Sul e em nível global.
“A experiência do MOHC do Reino Unido, líder mundial em modelagem climática, aliada à experiência do INPE em estudos sobre mudanças climáticas na América do Sul, possibilitou a identificação de possíveis cenários e impactos, com projeções inovadoras dos efeitos das mudanças climáticas antrópicas na região”, afirmou José Marengo, pesquisador do INPE que coordenou o projeto no Brasil.
O projeto utilizou um conjunto de modelos globais e regionais desenvolvidos pelo MOHC e pelo Centro de Ciência do Sistema Terrestre do INPE para projetar os efeitos das emissões de gases de efeito estufa no clima do mundo todo e fornecer mais detalhes sobre o Brasil. Embora as projeções abranjam todo o país, o foco do relatório se concentra na Amazônia, área de preocupação nacional, regional e mundial. O documento está dividido em duas seções: a primeira fornece o contexto para o trabalho; a segunda detalha a nova ciência levada a cabo e antecipa avanços científicos importantes para o planejamento e a política.
O projeto “Riscos das Mudanças Climáticas no Brasil” foi criado pelo Fundo para Programas Estratégicos do Governo do Reino Unido, antigo Global Opportunity Fund (GOF). O trabalho terá continuidade como parte do programa científico do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT para Mudanças Climáticas) e da Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede CLIMA), sediados no INPE.
A íntegra do relatório está disponível, nas versões em português e inglês, nos links a seguir:
Riscos das Mudanças Climáticas no Brasil
Relatório e texto extraídos do:
INPE - INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA
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