terça-feira, 1 de setembro de 2015

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Revista Planeta entrevista Dr. Alessandro Azzoni

O Dr. Alessandro Azzoni deu entrevista muito interessante sobre o custo da água que muitos consumidores não percebem que acontece, como por exemplo na fabricação de automóveis e até mesmo dos smartphones.

Clique na imagem para ler a matéria na íntegra:

 O custo (oculto) da água

sábado, 20 de junho de 2015

Responsabilidade Jurídica Ambiental

Não é de hoje que existem imóveis construídos em locais de preservação e com isso contribui para um dos problemas que só vêm agravando, como é o exemplo da crise hídrica. No artigo que fiz para a revista CRECISP, explico que a responsabilidade de recompor o meio ambiente é do novo proprietário, independente se o antigo dono causou algum dano anteriormente.




sexta-feira, 29 de maio de 2015

Quer economizar energia elétrica? Use os eletrodomésticos da maneira certa





Em tempos de crise, toda economia feita de modo inteligente é necessária. Quando o assunto é o consumo de energia, desligar as lâmpadas e não demorar no banho são algumas dicas básicas, mas existem outras técnicas que você precisa saber para reduzir de verdade o valor da conta e aumentar o dinheiro no seu bolso.
Se você quer poupar mesmo, tem que desligar tudo da tomada. Foto: gpointstudio / iStock
SE VOCÊ QUER POUPAR MESMO, TEM QUE DESLIGAR TUDO DA TOMADA. FOTO: GPOINTSTUDIO / ISTOCK
Para começar, é importante saber que todos os aparelhos conectados estão consumindo. Sendo assim, desligá-los não é suficiente, você tem que tirá-los da tomada para que nenhuma energia seja puxada. “Eu tinha um consumo de 900, que caiu para 400 kilowatts/mês. Como? Desligando tudo da tomada. Cada equipamento conectado consome 1 watt/hora. Se forem 40, são 40 watt/hora. Isso só de estar ligado, não estou falando nem do ‘stand by’, que fica em modo praticamente ativo”, diz ALESSANDRO AZZONI, CONSULTOR E ADVOGADO AMBIENTAL.
Além disso, as lâmpadas fluorescentes ainda têm seu valor, mas o ideal mesmo é trocar todas pelas versões de LED. “Luzes diretas e indiretas, do abajur ao teto. O consumo delas é mínimo. Ainda não são tão baratas, mas você pode substituir uma por mês, para não sufocar seu orçamento. Elas podem custar de R$ 25 a R$ 70, por isso uma pesquisa de preço é indispensável”, alerta o consultor.
Mantenha TV, home theater, DVD, som, etc., tudo conectado a uma régua de linha só para desligar todos de uma vez. Foto: Monkey Business Images/ Monkey Business
MANTENHA TV, HOME THEATER, DVD, SOM, ETC., TUDO CONECTADO A UMA RÉGUA DE LINHA SÓ PARA DESLIGAR TODOS DE UMA VEZ. FOTO: MONKEY BUSINESS IMAGES/ MONKEY BUSINESS
SALA
APARELHOS:
 TV, home theater, som, DVD, equipamento da TV a cabo
Geralmente, estão todos juntos em um móvel só. Como são muitos plugs, a dica é utilizar um estabilizador (precisa ser um pouco maior do que os indicados para computadores, já que a demanda de energia aqui é maior) ou uma RÉGUA DE FILTRO DE LINHA. “Com apenas um botão de on/off, assim você desliga tudo de uma vez. E mesmo que a régua ou filtro fiquem conectados na tomadas, o gasto será apenas de 1 watt/hora já que só uma tomada está ocupada. Aqui, até os gastos do stand by praticamente não vão existir”, explica Alessandro.
Usar o ar condicionado ou ventilador do modo correto e trocar as lâmpadas por LED reduzem o consumo dos quartos. Foto: jjmm888 / iStock
USAR O AR CONDICIONADO OU VENTILADOR DO MODO CORRETO E TROCAR AS LÂMPADAS POR LED REDUZEM O CONSUMO DOS QUARTOS. FOTO: JJMM888 / ISTOCK
QUARTO
APARELHOS:
 ar condicionado, aquecedor, ventilador, luminárias e também TV, home theater, som, DVD, equipamento da TV a cabo
AR CONDICIONADO. Pode parecer simples, mas causa muitas dúvidas quanto ao funcionamento. “Uma situação clássica é: a pessoa chega com muito calor e liga o ar na temperatura mínima. A máquina vai trabalhar arduamente para atingir aqueles 17 graus, por exemplo. Por ser muito frio, o ser humano não aguenta, aí vai lá e desliga. O calor volta e o que acontece? Liga mais uma vez o ar, fazendo ele gerar todo o esforço de novo para que o ambiente chegue àquela temperatura. ESSE LIGA-DESLIGA GERA UM GASTO MAIOR DE ENERGIA”, frisa o especialista que recomenda: “opte por programar o aparelho para desligar algumas horas depois e feche bem a área, evitando vazamentos”.
AQUECEDOR. Quando for comprar os equipamentos de aquecimento , é necessário é ficar de olho nos selos de eficiência energética que o INMETRO disponibiliza. Segundo o profissional, “quanto mais antigo, mais energia consome. O ideal é que na escala a eficiência seja A, que significa menos gastos. Se você tiver um consumo muito alto, a substituição pode ser algo interessante”.
VENTILADOR. O primeiro artifício é tentar fazer um sistema de circulação natural, abrindo portas e janelas. “Se tiver tudo fechado, o ventilador vai circular ar quente, já que ele gira o ar local. Como ele puxa de trás para jogar na frente, colocá-lo em uma área mais fresca dentro da casa, ajuda”, diz Azzoni. Em caso de a temperatura estar (ou ser, dependendo da cidade) muito quente, o especialita recomenda “combiná-lo com climatizadores. Outra saída é comprar ventiladores grandes (que conseguem puxar uma massa de ar maior) e virá-los para as janelas ou portas, assim você inverte o fluxo, fazendo um processo de exaustão”.
Para os demais eletrodomésticos, o esquema do estabilizador ou filtro de linha é a solução.
Chapinhas, babys e secadores são para serem usados e logo desligados. Foto: Alliance / iStock
CHAPINHAS, BABYS E SECADORES SÃO PARA SEREM USADOS E LOGO DESLIGADOS. FOTO: ALLIANCE / ISTOCK
BANHEIRO
APARELHOS: 
chuveiro elétrico, secador, chapinha, babyliss
Seu pior inimigo aqui pode ser o chuveiro. Se for antigo, Alessandro dá dois motivos para substituí-lo: “um, os novos possuem arejadores (borrachas que fazem com que a água saia junto com ar, parecendo sair mais, só que gastando menos), trazendo EFICIÊNCIA HÍDRICA, e dois: optar pelas versões com ajuste eletrônico, que permitem virar o seletor de temperatura com o chuveiro ligado e trazem mais opções intermediárias, não apenas quente, morno e frio. Mais uma vez, PESQUISAR É FUNDAMENTAL, já vi o mesmo chuveiro que estava por R$ 380 por R$ 120”, esclarece o consultor.
No caso de chapinha, secador e babyliss, a dica é: “USOU, DESLIGOU. Se forem muitas pessoas, é melhor que todas usem de uma vez só em sequência, para não ficar ligando e desligando”, explica o expert.
Aparelhos novos são programados para gastar menos energia. Vale o investimento. Foto: Creatas Images / Creatas
APARELHOS NOVOS SÃO PROGRAMADOS PARA GASTAR MENOS ENERGIA. VALE O INVESTIMENTO. FOTO: CREATAS IMAGES / CREATAS
COZINHA
APARELHOS:
 micro-ondas, fogão, fogão elétrico, geladeira e eletros em geral
Simples e direto: só ligar quando for usar. “Nada de ficar vendo a hora da cozinha pelo visor do micro, isso sai caro”, alerta o profissional. Use o fogão elétrico só quando muito necessário e não deixe nenhum dos demais eletros na tomada.
A geladeira merece atenção especial. De acordo com o Alessandro, “ela consome 27% DE ENERGIA DA CASA. Às vezes, trocar aquela velinha que você gosta por uma com maior eficiência energética é melhor, porque quando foram fabricadas, o país nem tinha essa consciência econômica. Manter  borracha de vedação bem regulada e não abrir toda hora também são válidos”.
Para lavar, secar e passar, espere acumular o máximo de roupas possível. Foto: Ryan McVay / Digital Vision
PARA LAVAR, SECAR E PASSAR, ESPERE ACUMULAR O MÁXIMO DE ROUPAS POSSÍVEL. FOTO: RYAN MCVAY / DIGITAL VISION
LAVANDERIA
APARELHOS:
 lavadora, secadora, ferro de passar
Para todos, o segredo é ACUMULAR ROUPAS ANTES DE LIGÁ-LOS. No caso da secadora, só a utilize em momentos realmente necessários, como dias úmidos. “No resto, use o velho e bom varal. Outro bom motivo, é se você for secar as peças que saem prontas para serem dobradas e dispensem o uso do ferro”.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

RADIO GLOBO - ENTREVISTA SOBRE RECICLAGEM DO ÓLEO DE COZINHA

PARA ONDE VÃO OS RESÍDUOS DEPOIS DA COLETA SELETIVA ANTES DE SEREM RECIC...

Santa Receita A importância de reutilizar água no dia a dia 06 de Fe...

Responsabilidade jurídica ambiental do corretor de imóveis Alessandro ...







No direito ambiental a responsabilidade e tríplice, o causador do dano ambiental será responsabilizado tanto no penal por crime ambiental  como na administrativo com multa e sanções administrativas e reparação do dano ambiental na esfera civil, podendo responder  cumulativamente, portanto torna-se vital para o Corretor de imoveis e para os compradores e vendedores de imoveis estarem atentos as legislações ambientais.

Cabe ressaltar que meio ambiente para o direito ambiental é o natural aquele que compreendem as APP áreas de proteção permanente, proteção da fauna e flora, é o artificial todo aquele modificado ou sob interferência do homem onde encontramos as as cidades por exemplo, é o cultural todo o patrimônio cultural é protegido pelo direito ambiental , é também o meio ambiente do trabalho que compreende o ambienta onde o trabalhador desenvolve suas atividades, por exemplo aplicação da ergonomia, e recebe a tutela do direito ambiental o patrimônio genético. 
  

TVassim entrevista Alessandro Azzoni

sexta-feira, 27 de março de 2015

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - CUIDADO VOCÊ JÁ FEZ O SEU?

Em 2010 foi aprovado a PNRS- Política Nacional de Resíduos Sólidos, que trouxe grandes mudanças no tratamento de resíduos sólidos, que impactaram diretamente em nossas vidas como munícipes e como empresários, no caso de munícipes a lei trás consigo a “responsabilidade compartilhada” onde somos responsáveis pelos resíduos que produzimos, ou seja, se pagamos para alguém levar nosso entulho de uma pequena obra e essa pessoa descartar em local não permitido seremos responsabilizados da mesma forma que a pessoa que o descartou em local errado.
Mas a grande mudança e no setor empresarial, onde todos mas todos os setores Industriais, comerciais , prestadores de serviço, clinicas, todos sem exceção deverão fazer um Plano de Gestão de Resíduos, onde deverão apresentar e protocolar na Secretaria Municipal competente no caso da Cidade de São Paulo na Secretaria Municipal de Serviços, ou no Órgão Estadual  competente no caso do Estado de São Paulo a CETESB.
Na PNRS, na seção V, o capitulo trato “ Do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos” e em seu :
Art. 20.  Estão sujeitos à elaboração de plano de gerenciamento de resíduos sólidos: 

I - os geradores de resíduos sólidos previstos nas alíneas “e”, “f”, “g” e “k” do inciso I do art. 13; 
II - os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços que: 
a) gerem resíduos perigosos; 
b) gerem resíduos que, mesmo caracterizados como não perigosos, por sua natureza, composição ou volume, não sejam equiparados aos resíduos domiciliares pelo poder público municipal; 
III - as empresas de construção civil, nos termos do regulamento ou de normas estabelecidas pelos órgãos do Sisnama; 
IV - os responsáveis pelos terminais e outras instalações referidas na alínea “j” do inciso I do art. 13 e, nos termos do regulamento ou de normas estabelecidas pelos órgãos do Sisnama e, se couber, do SNVS, as empresas de transporte; 
V - os responsáveis por atividades agrossilvopastoris, se exigido pelo órgão competente do Sisnama, do SNVS ou do Suasa. 
Parágrafo único.  Observado o disposto no Capítulo IV deste Título, serão estabelecidas por regulamento exigências específicas relativas ao plano de gerenciamento de resíduos perigosos. (grifo nosso )

Para melhor entender o artigo 20:




 Portanto a lei da Politica Nacional de Resíduos Sólidos obriga todos os mencionados a terem um plano de gerenciamento de resíduos sólidos,  e este plano deve conter os quesitos presente nos  artigo 21, conforme segue:

Art. 21.  O plano de gerenciamento de resíduos sólidos tem o seguinte conteúdo mínimo: 
I - descrição do empreendimento ou atividade; 
II - diagnóstico dos resíduos sólidos gerados ou administrados, contendo a origem, o volume e a caracterização dos resíduos, incluindo os passivos ambientais a eles relacionados; 
III - observadas as normas estabelecidas pelos órgãos do Sisnama, do SNVS e do Suasa e, se houver, o plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos: 
a) explicitação dos responsáveis por cada etapa do gerenciamento de resíduos sólidos; 
b) definição dos procedimentos operacionais relativos às etapas do gerenciamento de resíduos sólidos sob responsabilidade do gerador; 
IV - identificação das soluções consorciadas ou compartilhadas com outros geradores; 
V - ações preventivas e corretivas a serem executadas em situações de gerenciamento incorreto ou acidentes; 
VI - metas e procedimentos relacionados à minimização da geração de resíduos sólidos e, observadas as normas estabelecidas pelos órgãos do Sisnama, do SNVS e do Suasa, à reutilização e reciclagem; 
VII - se couber, ações relativas à responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, na forma do art. 31; 
VIII - medidas saneadoras dos passivos ambientais relacionados aos resíduos sólidos; 
IX - periodicidade de sua revisão, observado, se couber, o prazo de vigência da respectiva licença de operação a cargo dos órgãos do Sisnama. 
§ 1o  O plano de gerenciamento de resíduos sólidos atenderá ao disposto no plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos do respectivo Município, sem prejuízo das normas estabelecidas pelos órgãos do Sisnama, do SNVS e do Suasa. 
§ 2o  A inexistência do plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos não obsta a elaboração, a implementação ou a operacionalização do plano de gerenciamento de resíduos sólidos. 
§ 3o  Serão estabelecidos em regulamento: 
I - normas sobre a exigibilidade e o conteúdo do plano de gerenciamento de resíduos sólidos relativo à atuação de cooperativas ou de outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis; 
II - critérios e procedimentos simplificados para apresentação dos planos de gerenciamento de resíduos sólidos para microempresas e empresas de pequeno porte, assim consideradas as definidas nos incisos I e II do art. 3o da Lei Complementar no 123, de 14 de dezembro de 2006, desde que as atividades por elas desenvolvidas não gerem resíduos perigosos. 


Fique atentos você comerciante em geral , prestador de serviços , pequenas industrias , lanchonetes, bares, restaurantes, farmácias, clinicas, consultórios dentre outros , terão que apresentar seu plano de gerenciamento de resíduos sólidos e protocola-los nos órgãos competentes, lembrando que tem que ser feito por um responsavel técnico qualificado, conforme especifica o Art. 22.  Para a elaboração, implementação, operacionalização e monitoramento de todas as etapas do plano de gerenciamento de resíduos sólidos, nelas incluído o controle da disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, será designado responsável técnico devidamente habilitadoGrifo nosso.




ATERROS SANITÁRIOS CONTROLADOS E LIXÃO

Excelente trabalho  sobre o funcionamento de um aterro sanitário ...



Trabalho CTS - 821 2012/2



SAIBA QUAL A DIFERENÇA ENTRE UM ATERRO CONTROLADO E UM LIXÃO

Este vídeo explica de maneira simples o funcionamento básico de um aterro controlado e sua diferença com um lixão.





sexta-feira, 6 de março de 2015

DESSALINIZAÇÃO DA ÁGUA DO MAR E ÁGUA SAL E ÁGUA SALOBRA

 Primeiramente vamos definir o que é água Salobra e água salgada( do Mar), conforme o Wikipédia :

Água salobra é aquela que tem mais sais dissolvidos que a água doce e menos que a água do mar. Pode resultar da mistura da água do mar com água doce, como em estuários, ou pode ocorrer em aquíferos, mas ocorre normalmente em mangues. Certas atividades humanas podem produzir água salobra, como em represas.

Tecnicamente, considera-se água salobra a que possui entre 0,5 e 30 gramas de sal por litro.
A água salobra é típica dos estuários e resulta da mistura da água do rio  correspondente com a água do mar
Também se encontra água salobra de origem fóssil  em certos aquíferos  associados a rochas salinas.


e, 


Água do mar é a água  encontrada em mares e oceanos. A água do mar de todo o mundo tem uma salinidade próxima de 35 (3,5% em massa, se considerarmos apenas os sais dissolvido, mas a salinidade não tem unidades), o que significa que, para cada litro  de água do mar há 35 gramas de sais  dissolvidos, cuja maior parte é cloreto de sódio (sua fórmula é NaCl) 


Diante da escassez de água doce no mundo, onde 97% da água do mundo é salgada ou salobre, e somente 3% é água doce. 


 Dentre esses 3% de água doce temos uma grande perda por contaminação por poluição reduzindo ainda mias esse percentual, e nós seres humanos e a fauna e flora do nosso planeta, dependemos da água doce para sobreviver, chega ser utópico  contaminarmos nossa água, com liberação de esgotos ou resíduos no solo, sendo que sabemos que esse bem alem de ser essencial para vida é finito.

Muitos países já buscaram outras alternativas para substituir a carência de água doce para sua população, um delas é a Dessalinização da água do mar ou água salobra.

Esse processo de dessalinização pode ser obtido pelos seguintes processos:

a) Destilação convencional 
b) Destilação artificial
c) Eletrodiálise
d) Osmose reversa



Nos casos da destilação o processo é simples consiste na fervura da água salgada ou salobra, de manheira natural exposta ao sol ou através da fervura artificial, onde o vapor gerado se condensará e se acumulando em recipiente apartado, gerando água doce. 

Já o  princípio básico da eletrodiálise consiste em transformar uma solução aquosa em duas: uma mais concentrada em eletrólitos do que a original e a outra mais diluída.

E a Osmose reversa que é o mais usado no processo de dessalinização da água salgada ou água salobra, consiste em bombas de alta pressão que forçam a água salgada/salobra através de filtros que capturam partículas de sais e minerais  deixando a água pura.

O grande problema na dessalinização da água salgada ou salobra é o alto custo de produção e alto consumo energético,  onde o custo de produção chega a ser 5 vezes mais caro que a produção normal de água doce, o que acontece é que são necessários 3 copos de água salgada/salobra para se fazer 1 copo de água doce, só que se gasta energia referente a três copos.

No caso da osmose Reversa os custam aumentam mais um pouco pois os filtros que contem o sal necessitam ser trocados constantemente encarecendo mais a produção dessa água dessalinizada.

Tecnicamente a osmose Reversa é  o processo que ocorre quando duas soluções salinas com diferentes concentrações  encontram-se separadas por uma membrana semi permeável, a água (solvente) e solução menos concentrada tenderá a passar para o lado da solução de maior salinidade. 

Com isso, ao receber mais solvente (água) se dilui, num processo impulsionado por uma grandeza  chamada "pressão osmótica" até que as duas soluções atinjam concentrações iguais.
  





segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

CENÁRIO CAÓTICO - CRISE HÍDRICA E ENERGÉTICA NO BRASIL - ALESSANDRO AZZONI

por Alessandro Azzoni*
Começamos o ano de 2015 com um quadro crítico e caótico para o cenário nacional: a Crise Hídrica e Energética. Não são crises isoladas, mas sim correlacionadas diretamente porque a base do sistema energético do Brasil é hídrica; ou seja, o fornecido por hidroelétricas, onde o volume da água armazenada nos reservatórios passa por turbinas que são movimentadas e com isso geram energia.
Em meados de Julho do ano passado iniciou-se a preocupação da crise hídrica, muito usado no cenário eleitoral de 2014 como uma questão local e exclusiva do Estado de São Paulo, e em nenhum momento se qualificavam a crise como nacional.
Hoje estamos próximos do esgotamento do sistema Cantareira com 5,6% de sua capacidade e já utilizando a 2ª cota do volume morto e sem perspectivas de chuvas na região nos próximos dias e o Rio de Janeiro com o seu maior reservatório de Paraíbuna chegou a seu esgotamento a 0%, sobrando exclusivamente o volume morto; Minas Gerais e outros Estados enfrentam o mesmo problema..
Lembrando que nós já enfrentamos uma crise pior em 1953-54 no Estado de São Paulo, que desencadeou a construção do sistema Cantareira para suportar os impactos da seca e do calor excessivo.
O Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga afirmou que se os reservatórios chegarem a 10% de sua capacidade nenhuma hidroelétrica poderia funcionar abaixo desse nível. Isso mostra a fragilidade do sistema elétrico, que está diretamente atrelada à crise hídrica.
Só para demonstrar na Região Sudeste e Centro-Oeste os níveis da capacidade dos reservatórios estão em 17,28%; na Região Nordeste, 17,13%; a Região Norte a 34,9%; e a que está em melhor situação, Região Sul com 66,43% ,- lembrando que no Sul está a nossa maior hidroelétrica, ITAIPU, onde dividimos a geração de energia com os nossos irmãos paraguaios.
O Brasil sempre foi visto com uma matriz energética abundante por causa das inúmeras hidroelétricas instaladas em nosso país durante o governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso. Esse sistema mostrou fragilidade, e algumas medidas foram tomadas, uma delas foi a criação das termoelétricas, muito criticada pela oposição na época pelo seu alto custo de produção de energia.
Opções a crise enérgica existem uma delas é a energia eólica, aquela gerada a partir dos ventos, se mostrou eficaz em nosso país principalmente nas costas do nordeste pelos ventos que se originam do Atlântico, mas por algum tempo foi negada a licença ambiental, não permitindo a produção de energia, somente através da justiça se obteve autorização de funcionamento dessas usinas eólicas.

Outra opção energética são placas fotovoltaicas uma saída para um País tropical como o nosso com abundancia de raios solares, ainda se torna ineficaz pelo alto custos de impostos das placas, em outros países residências e comércios e industrias dentre outros que instalam as placas fotovoltaicas chegam a vender o excedente de energia a empresa de distribuição, que não seria interessante pelo atual  modelo de concessão.

O operador nacional de energia elétrica, conforme informações da AES Eletropaulo, diz ter recebido a informação para fazer um corte de energia para evitar o colapso do sistema de energia, pois ele não estava produzindo a quantidade necessária, isso quer dizer que o efeito da estiagem e da seca.
O cenário industrial Brasileiro vem reduzindo, hoje temos por volta dos 15% do PIB, isso quer dizer que estamos nos desindustrializando, se com esse cenário de baixa produção industrial estamos sofrendo crise energética, imagina se o Brasil vier a crescer 5% ao ano. Não teremos energia para suportar o processo de crescimento, as usinas termoelétricas estão operando a 100% os reservatórios de nossas hidroelétrica em baixa o que torna caótico o cenário de 2015.
Os aumento da tarifa energética é para custear os custos das termoelétricas tão criticadas pela oposição hoje governo, lembrando que há a possibilidade de aumento da tarifa elétrica para 2015 no fator de 30% , somando com os 18% já reajustados no final do ano passado teremos a energia mais cara do mundo e pior sem ter o fornecimento!
Os governos aguardam as chuvas para que encham os reservatórios que pela analise do INPE, será baixo da média histórica, isso que dizer que estaremos não só contabilizando a falta de água, mas a falta de energia em 2015.





REVISTA EPOCA - CRISE HÍDRICA - RODIZIO 5 PO 2 PROPOSTO PELA SABESP - ALESSANDRO AZZONI




Para que vocês possam fazer a conta correta se seu condomínio suportaria o racionamento citado Paulo Massato, a própria SABESP leva em conta que cada individuo consuma 200 litros de água por dia, portanto se em cada apartamento vive uma família de 4 pessoas, o consumo médio seria de 800 litros dia, se o condomínio possui  20 apartamentos multiplicaremos 800 x 20 =16.000 litros dia, suponha que o reservatório de seu prédio é de 35.000 litros, dividido um pelo outro chegaremos ao resultado de 2,18 dias que seu reservatório aguentaria sem água, se seus valores forem inferiores ou até superiores, faça uma campanha de conscientização para reduzir o consumo de água para que sua água dure mais .     


Estou a disposição de qualquer pergunta ... me envie que ajudo a responder.


AREJADORES REDUZEM CONSUMO DE ÁGUA - REVISTA BIOLÓGICA - ALESSANDRO AZZONI


Arejadores reduzem consumo de água e colaboram com economia