Para quem não pode assistir nesta ultima segunda feira dia 14-01-2013, o programa Revista da Cidade que é apresentado todas as manhãs na TV GAZETA, você poderá assistir agora ... deixe seus comentários e perguntas que responderei ..
PODEMOS FAZER A DIFERENÇA COM PEQUENOS GESTOS PARA SALVAR O MEIO AMBIENTE | Dicas de como podemos mudar o mundo, o local onde vivemos e o meio ambiente com apenas pequenos gestos, que trarão grande mudanças, leia e faça parte desse movimento. Só nós podemos mudar e salvar o nosso planeta, então recicle sua maneira de pensar e venha... ALESSANDRO AZZONI www.alessandroazzoni.com
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
A reciclagem em pauta no projeto pedagógico e nas ações de responsabilidade social das escolas
A educação ambiental está presente nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) como um tema transversal, que deve integrar o projeto político pedagógico da Educação Básica, de modo a envolver todas as disciplinas, conforme exposto na Resolução 04/2010 da Câmara de Educação Básica, do Conselho Nacional de Educação.
Segundo Alessandro Azzoni, vice-presidente do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de São Paulo (Cades), a educação ambiental deve extrapolar as ações isoladas e aprendizados parciais. “Os gestores precisam se envolver e se arriscar em projetos para disseminar a cultura ambiental além do portão da escola. Uma ação bem planejada pode repercutir em dobro, tanto dentro da instituição como fora dela, pois funcionários e alunos levam o conhecimento para a família, comunidade e bairro”, comenta.
Entre os projetos de reciclagem fáceis para se introduzir, Azzoni cita a coleta de óleo. “A escola só precisa fazer convênio com uma cooperativa e disponibilizar um tambor para captar o óleo”, explica. Desde 2008, o Colégio Franciscano Nossa Senhora do Carmo (Franscarmo), da zona Leste de São Paulo, é um polo de arrecadação de óleo de cozinha da Vila Alpina e adjacências. “O colégio firmou uma parceria com a ONG Triângulo e colocou à disposição contêineres para as comunidades interna e externa”, afirma o diretor Flávio Eura. Depois de um ano de atividade, a ação foi ampliada e vinculada ao Projeto Ecofran, o qual “atua em Santana do Parnaíba e, por meio do lucro da comercialização de sabão em pedra e em pó, cria condições para capacitar famílias carentes da região”. A partir do segundo semestre de 2012, o Franscarmo também será polo de arrecadação de garrafas pet. “A escola vai desenvolver um projeto de reciclagem de garrafas pet para a produção de vassouras”, destaca Eura.
O Colégio Humboldt, da zonal Sul da cidade, está estruturando um projeto de reciclagem e segregação dos resíduos gerados na instituição. “Toda a área da escola terá caixas especiais para o descarte de papel, com a divisão entre reciclável e reutilizável, e também estações para a segregação, com placas explicativas. O objetivo é transmitir o conceito da importância de reduzir o consumo e reutilizar o que já existe. Todos os funcionários receberam treinamento para entender e valorizar essa ação”, afirma Mariane Bischof, responsável pela iniciativa.
Para o descarte de resíduos eletrônicos, pode-se consultar o Cedir (Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática), situado no Centro de Computação da USP (Universidade de São Paulo). “O Cedir não recebe demandas de escolas devido à capacidade do espaço. Mas viabiliza soluções para os colégios encaminharem seu material, seja através de campanhas educativas ou parcerias com empresas recicladoras”, informa a responsável técnica do setor, Neuci Bicov. (T.D.)
Saiba+
ALESSANDRO AZZONI
a-azzoni@hotmail.com
FLÁVIO EURA
direcaoadjunta@franscarmo.com.br
MARIANE BISCHOF
humboldt@humboldt.com.br
NEUCI BICOV
cedir.cce@usp.br
Matéria publicada na Edição 79 de jun/2012 da Revista Direcional Escolasa-azzoni@hotmail.com
direcaoadjunta@franscarmo.com.br
humboldt@humboldt.com.br
cedir.cce@usp.br
http://www.direcionalescolas.com.br/edicao-79-jun/12/a-reciclagem-em-pauta-no-projeto-pedagogico-e-nas-acoes-de-responsabilidade-social-das-escolas
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
AZZONI EM ENTREVISTA NA RÁDIO GAZETA AM 890Mhz
ENTREVISTA AO VIVO PARA A RÁDIO GAZETA AM 890 Mhz
PROGRAMA "BOM DIA GAZETA"
FALANDO SOBRE AS CHUVAS NA CIDADE DE SÃO PAULO.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
COMBINAÇÃO LIXO X CHUVAS = DESASTRE
A combinação lixo e chuvas é parceiro exato para que ocorra um desastre em proporções gigantescas, não só Rio de janeiro mas em todas as cidades em que a população e os governos municipais não dêem a devida importância, as águas fluviais, ou seja, águas das chuvas que são coletadas pelos bueiros de todas as cidades, são somente para coletar as águas das chuvas e encaminha-las para os Rios.
Portanto essa água deve ser limpa, sem qualquer resíduo, para evitar a contaminação dos rios e mares. vamos pensar você que fuma por exemplo, em suas férias na praia, joga sua bituca de cigarro na rua, chovendo essa bituca cai no bueiro e é levada até as praias por canais ou coletores abertos como no Guarujá, na mesma praia que você irá utilizar.
A bituca de cigarro é só um exemplo, serve a garrafa de vidro quebrada, plásticos sacolinhas plásticas com fezes de cachorros deixadas nas calçadas, garrafas pets, todos esses resíduos serão conduzidos a um bueiro mais próximo, que fará o serviço de encaminha-los ao rios e mares, ou que acontece na maioria das vezes entupindo os bueiros e provocando enchentes.
Estamos vivendo uma época de incertezas climáticas que estão provocando chuvas muito fortes, em grandes áreas, com a modificação do Código florestal que reduz as áreas de proteção de 30m para 15m nas margens dos Rios, que hoje já não são respeitados e a liberação de construção em áreas de encosta de 45º (graus), teremos muito mais acidentes acontecendo pois a água já tem seu fluxo anunciado historicamente, a construção nestas áreas de expansão de águas será evidente sinal de catástrofe anunciada. As áreas de risco principalmente próximos as margens de rios e encostas, no primeiro momento não há muito que se fazer, pois o investimento para evitar o deslize de terra das encostas é muito alto e leva tempo, levando em conta que o Governo Federal não investiu nem 10% dos recursos para evitar catástrofes fica complicado pensarmos em uma obra de contenção de encosta, as margens dos Rios são necessárias obras para que se evite a chegada simultânea de água de vários lugares ao rio, ou seja , que essa água seja contida para depois ser liberada para o rio ou diminuir a velocidade das águas das chuvas até o rio, isso faria com que o rio transbordasse como a foto ao lado .O que vimos recentemente no estado do Rio de Janeiro foi a combinação da falta de coleta de lixo e chuvas, o que acabou potencializando o desastre de Xerém, o correto era a remoção dos moradores das áreas de risco, pois não há uma solução imediata para desviar o fluxo das águas e a coleta de lixo regular, devemos lembrar também que não precisamos aguardar o poder publico fazer a sua parte mas cabe a cada um de nós o mesmo dever de evitar o descarte de lixo em qualquer local o mesmo nas ruas, mesmo sendo em sinal de protesto, pois a forças das águas levaram esses resíduos(lixos) ao rios, mares e bueiros provocando entupimentos e enchentes.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Seguradoras se preparam para aumento de catástrofes naturais
Escrito por Deutsche Welle em . Categoria Desastres Naturais
| [Imagem: © Ruediger Trebels/ImageZoo/Corbis] |
O relatório sobre as catástrofes do ano 2012 da Munich Re, maior resseguradora do mundo, veio recheado de eventos. O furacão Sandy, seca e uma série de tornados no meio-oeste dos Estados Unidos, terremoto na Itália e o tufão Bopha nas Filipinas foram apenas cinco dos mais de 900 desastres naturais registrados no mundo, os quais somaram prejuízos no valor de 160 bilhões de dólares.
Desde 2006, quase não houve um ano com menos de 900 desastres naturais. Ainda na década de 1980, um ano com cerca de 500 desastres era considerado excepcional.
O terremoto de Tohoku, no leste do Japão, que levou à catástrofe nuclear na usina de Fukushima, foi o desastre natural mais caro da história. Até agora, custou 235 bilhões de dólares. O furacão Katrina, que em 2005 inundou grande parte de Nova Orleans, segue em segundo lugar, com 81 bilhões de dólares.
As companhias de seguros arcam com grande parte desses prejuízos. Mas nem todas as consequências das catástrofes estão cobertas. O furacão Sandy, por exemplo, causou danos estimados em 60 bilhões de dólares, mas apenas 25 bilhões estavam segurados.
Em todo o mundo, o número de pessoas que necessitam de ajuda financeira para reconstruir suas vidas após de um desastre natural é maior do que nunca. Mas será que elas recebem essa ajuda?
À espera de dinheiro
O caso de Betty Ann Fuller, de 61 anos, é um exemplo típico de como pode ser complicado um processo de regularização de sinistros. Desde que o furacão Sandy destruiu sua casa, em outubro de 2012, até agora ela recebeu apenas dois pagamentos no valor de 1.410 dólares para despesas básicas, proporcionados pela Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA, na sigla em inglês), órgão de coordenação nacional para socorros em desastres nos Estados Unidos.
Fuller ainda está esperando pagamentos de sua seguradora, no valor de 223 mil dólares pela casa, 31 mil por perda de rendimentos que seriam obtidos com aluguel e 1,5 mil dólares relativos a outras despesas. "Eu tive que listar tudo que havia em minha casa para a seguradora, incluindo papel higiênico."
http://revistaecologica.com/noticias/68-desastres-naturais/4844-seguradoras-se-preparam-para-aumento-de-catastrofes-naturais
ACESSEM :http://revistaecologica.com/
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
ENCHENTES .. ENTREVISTA RADIO GAZETA AM SP
De quem é a culpa?
Em São Paulo, assim como nos outros estados da região Sul e Sudeste, o verão é caracterizado pelas fortes chuvas. Com isso, o começo do ano fica marcado pelas enchentes e, em função desse desastre, muitos moradores perdem seus bens e ficam desabrigados.
Mas de quem é a culpa? Governo ou população?
Em entrevista para o programa “Bom Dia Gazeta”, o consultor ambiental Alessandro Azzoni explicou o que a população e governantes (medidas rápidas) podem fazer para que novas tragédias ocorram em 2013 e de que forma (obras a longo prazo) é possível erradicar tal problema.
ACESSE O LINK ACIMA E ESCUTE A ENTREVISTA NA INTEGRA.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
URUBUS NA PAISAGEM DAS CIDADES
O que acostumávamos a ver em nossas viagens ao interior do Estado, já ficou frequente avistarmos em nossas cidades a presença de Urubus, essa aves possuem uma atribuição benéfica ao meio ambiente, ao se alimentarem de aminais em decomposição ou matérias orgânicas em decomposição evitam a contaminação e a proliferação de doenças, em seu estomago produzem um suco gástrico tão forte, que os deixa imune as bactérias presentes em seu menu.
O que fazem com que migrem para o s grandes centros é a fartura de alimentos, mesmo que a cidade esteja aparentemente limpa, muitos munícipes, ainda descartam lixo de maneira irregular, em terrenos o que deixa propicio ao aparecimentos de novas pragas urbanas, como ratos, baratas, escorpiões, e também os urubus hoje considerados como praga urbana, ao se instalarem em varandas e sacadas de edifícios da cidade e muitas vezes de alto padrão, promovem uma degradação ao ambiente que escolhem como ninho.
Na carência de carcaças e matérias orgânicas em decomposição, se alimentam de roedores, que na cidade de São Paulo são encontrados em fartura. Mas o mais importante notarmos que animais de hábitos silvestres estão migrando para os grandes centros urbanos, pela fartura de alimentos, notem o aparecimento de escorpiões, ele se alimentam de baratas encontradas em fartura nos grandes centros, pequenos falcões se alimentam de pombas e pequenas aves que não faltam nas grandes cidades, alguma cidades próximas a regiões de floresta cobras começaram a migrar procurando roedores.
Tudo isso nós somos responsáveis de certa forma, sabe por que?
Porque cada vez mais geramos mais resíduos sólidos, organicos e não organicos que contribuem para proliferação de pragas e elas por sua vez trazem consigo novas especies para nossa cidade.
Pense e repense..
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
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