PODEMOS FAZER A DIFERENÇA COM PEQUENOS GESTOS PARA SALVAR O MEIO AMBIENTE |
Dicas de como podemos mudar o mundo, o local onde vivemos e o meio ambiente com apenas pequenos gestos, que trarão grande mudanças, leia e faça parte desse movimento.
Só nós podemos mudar e salvar o nosso planeta, então recicle sua maneira de pensar e venha...
ALESSANDRO AZZONI
www.alessandroazzoni.com
Opinião: necessárias, ciclovias demandam mais planejamento Por: Alessandro Azzoni, em colaboração para o AUTOPOLIS | Fotos: Renato Aspromonte (gráfico) @ 26/09/2014, 9:55:12
Os 400 km de ciclovias prometidos pelo prefeito Fernando Haddad até o final de sua gestão, em 2015, são um ganho para a cidade de São Paulo. No entanto, questiono se a implementação dessas vias exclusivas para bicicletas é precedida por um estudo elaborado capaz de mensurar os impactos no trânsito, no comércio e na vida das pessoas dos bairros contemplados. - Siga o AUTOPOLIS no Facebook Eu participei da reunião do Confema (Conselho do Fundo Especial do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável), que aprovou a liberação de R$ 10 milhões para a construção das ciclovias.
Na ocasião, a ideia era que as novas vias exclusivas interligassem as ciclovias construídas junto aos novos empreendimentos viários da cidade, como corredores de ônibus, novas avenidas ou mesmo o monotrilho, seguindo determinação da gestão anterior, do ex-prefeito Gilberto Kassab. No entanto, o que vejo é que muitas vias estão sendo construídas às pressas, sem aviso prévio aos moradores e comerciantes das regiões contempladas, que acordam pela manhã com uma via vermelha pintada em frente sua casa ou seu comércio.
A medida, ao que parece, serve para evitar eventuais polêmicas e protestos das pessoas afetadas, que poderiam não gostar da ideia de perder uma vaga de estacionamento diante de casa ou de sua loja. Além do mais, ainda não vejo interligação entre as ciclovias e diferentes modais de transporte, trazendo a sensação de que as vias estão sendo criadas a esmo. O velho adágio diz que “a pressa é inimiga da perfeição”, e a velocidade com que as ciclovias estão sendo demarcadas é uma prova disso. Em uma das novas vias, na região do Paraíso, há um buraco enorme sobre o qual há uma bicicleta pintada, tornando a via uma armadilha ao ciclista que deveria estar pedalando com segurança. Se o projeto fosse aplicado com mais cuidado, com preparação prévia da via, esse tipo de problema poderia ser evitado.
A pressa também impede que um projeto mais amplo seja implementado. Por exemplo, se hoje o ciclista tem vias para pedalar, ainda lhe falta locais de estacionamento para sua bicicleta. Ou seja: pode ir de bike ao trabalho, mas não tem onde pará-la com segurança. Se fosse pensando com mais esmero, o projeto paulistano de ciclovias poderia prever também a construção de bicicletários, como o recém-erguido na Avenida Faria Lima – este, diga-se de passagem, construído graças à pressão dos cicloativistas. São Paulo urge por alternativas ao carro como modal de transporte e sou amplamente favorável à construção de ciclovias, assim como mais de 80% da população da cidade, segundo pesquisa do DataFolha.
Apenas questiono o modo de implementação das mesmas. Se fosse mais estruturado, a capital paulista poderia se tornar um exemplo para o Brasil e para o mundo. No entanto, se uma malha mais abrangente capaz de conectar as ciclovias entre si e aos demais meios de transporte, como ônibus e metrô, não for feita, o projeto corre o enorme risco de se tornar um tiro no pé, tornando as ciclovias não mais do que uma faixa vermelha pintada no asfalto. * Alessandro Azzoni é consultor de meio ambiente e especialista em orçamento público. Formado em Ciências Econômicas, com pós-graduação em Mercado Financeiro Internacional na Suíça, Azzoni é membro e conselheiro de associações e órgãos como Cades (Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz) Vila Mariana, Comissão Socioambiental da Distrital Sudeste da Associação Comercial, Conseg (Conselho Comunitário de Segurança) e Cofema (Conselho do Fundo Especial de Meio Ambiente)
Incorporar atitudes mais sustentáveis vai muito além de ajudar o meio ambiente, essa é também uma ótima maneira de economizar, reduzindo os custos com a água e a energia elétrica. Para você deixar sua casa mais eficiente, e muito mais ecologicamente correta, anote as dicas cômodo a cômodo para colocar em prática desde já.
A primeira mudança que você pode fazer nesse ambiente começa muito antes de realmente chegar à cozinha, ela tem início no supermercado. “Nunca faça o supermercado com fome, porque você gasta muito e compra muita coisa que vai para o lixo. EVITE O DESPERDÍCIO DE PRODUTOS comprando a quantidade que você realmente precisa, tem que ter um consumo consciente”, indica o consultor ambiental ALESSANDRO AZZONI. Faça uma lista do que realmente necessita e siga com ela, sem comprar por impulso.
Outra adaptação importante deve acontecer na sua TORNEIRA, substituindo por um sistema que saia como um jato, o que economiza muita água. Na impossibilidade de trocar, um acessório baratinho já faz toda a diferença: “Os bicos que você rosqueia são vendidos em qualquer lojinha e fazem com que a água saia em um jato, mas com menor quantidade. Assim você economiza cerca de 50% ao lavar a louça”.
Ensaboar todos os pratos antes ajuda a economizar água. Foto: iStock
Na hora de limpar os pratos o melhor a fazer é ENSABOAR TUDO DE UMA ÚNICA VEZ, o que vai ajudar na redução de consumo. “Tem aparadores para colocar em cima da pia, vazadinhos como uma peneira, que conforme você for ensaboando pode colocar ali. Fazendo o enxague de uma vez você economiza água, é algo muito simples que faz diferença no final do mês”, garante.
Está difícil enxergar ao lavar a louça ou usar o fogão? Muitas vezes a luz no teto não é forte o suficiente para o trabalho na cozinha, principalmente quando se existem armários sobre a pia, que fazem sombra. Para resolver, e ainda cortar os gastos com energia elétrica, aposte naFITA DE LED: “É muito fácil de instalar, você consegue fazer sozinha. É autoadesiva e produz uma ótima iluminação para colocar embaixo dos armários com quase nenhum gasto de energia”.
RECICLAR também ajuda a deixar o dia a dia mais prático, além de ser correto do ponto de vista ambiental. “Compre duas lixeiras simples, uma para as embalagens e outras para os resíduos orgânicos. Você vai ver que no fim o número de recicláveis é muito maior que do lixo orgânico, e é só levar com você quando for ao mercado caso não tenha coleta seletiva no seu bairro”, explica.
NA SALA
Deixar os aparelhos na tomada gasta mais energia elétrica. Foto: iStock
A sala de estar costuma concentrar um grande número de eletrodomésticos, como televisão, computador e aparelhos de DVD, que consomem muita energia. “Ligue todos os aparelhos num ESTABILIZADOR DE VOLTAGEM, assim quando sair é só desligar o botão que ele vai cortar a corrente de todos eles. O ‘stand by’ deixa esses aparelhos pré-ligados para o momento que você retornar, e isso continua consumindo energia elétrica, como é incomodo desligar um por um você coloca o estabilizador que fica fácil e eficiente”, indica.
Substituir as lâmpadas é uma dica que vale para a sala, colocando o LED no lugar das fluorescentes. Além de ter uma alta durabilidade, o LED consome pouquíssima energia elétrica.
NO BANHEIRO
De acordo com Anzzoni, o banheiro é um dos maiores vilões da casa, principalmente pelo mau uso. Quem tem descarga com válvula na parede pode substituir pela caixa acoplada, o que resultará em uma grande economia. “O sistema antigo consome cerca de 20 LITROS DE ÁGUA, enquanto a média da caixa acoplada é de seis litros. O dispositivo de dois botões também ajuda muito, ele vai mandar uma média de três litros para a urina, basta trocar apenas o miolo”, completa.
Costuma jogar LIXO NO VASO SANITÁRIO? Abandone de vez esse hábito, que é prejudicial para o seu bolso e o meio ambiente: “Cada coisa que você jogar e for dar a descarga vai perder os mesmos seis ou 20 litros. Prefira a lixeira”.
Escovar os dentes com a torneira fechada é essencial. Foto: iStock
Aqui mudar o sistema de gotejamento da torneira como na cozinha também é uma ótima pedida para diminuir o consumo, já que não é necessário usar tanta água para escovar os dentes ou lavar o rosto. “Escovar dente com torneira aberta é um absurdo, se não for substituir abra apenas meio fluxo quando for molhar a escova. No meio tempo de abrir a torneira toda você já jogou muita água pelo ralo”, alerta.
Para quem tem um sistema de AQUECIMENTO NO CHUVEIRO, e precisa esperar um pouco com ele ligado para que a água aqueça, o balde é um grande aliado: “Aproveite esse tempo que a água não esquenta para encher um balde. Essa água é limpa e você pode usar para lavar a casa ou para qualquer outra finalidade”.
NO QUARTO
Os aparelhos, assim como na sala, podem ser ligados no estabilizador para tornar o consumo de energia menor. Para quem tem o hábito de assistir televisão antes de dormir, o cuidado está em não pegar no sono com ela ligada. “Se vai dormir vendo alguma coisa, coloque o timer, assim não vai gastar e nem acordar no meio da noite”, aconselha.
Se você gosta de usar o abajur no quarto, por que não trocá-lo por um mais inteligente? Já existem no mercado LUMINÁRIAS DE LED RECARREGÁVEIS, que são mais baratas que os abajures tradicionais e que duram dias antes de uma nova recarga: “Eles iluminam muito bem, a bateria dura muito e o LED não gasta quase nada”.
NA LAVANDERIA
Otimize a lavanderia usando um galão grande para reaproveitar a água, é muito simples e eficaz. “Quando for lavar roupas que não estejam muito sujas coloque um GALÃO DE CINCO LITROS na saída da máquina para a água cair direto nele, assim você pode lavar o chão com essa água”.
Completará 4
anos a PNRS – Política Nacional de Resíduos em 02 de Agosto de 2014 a muitos Municípios
deixarão de cumprir o fim dos lixões alegando falta de recursos para fazer o
plano de resíduos ou sem recurso para implantar um aterro sanitário, mas essa
desculpa não poderá ser aceita poiso Ministério do Meio Ambiente disponibilizou
programa, planilhas para quantificar e projetar o plano de resíduos dos municípios,
além de um manual alto explicativo, conforme pode-se verificar no link ;
O SINIR atuará sob a coordenação e articulação do Ministério do Meio Ambiente e deverá coletar e sistematizar dados relativos aos serviços públicos e privados de gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, possibilitando:
o monitoramento,
a fiscalização e
a avaliação da eficiência da gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos,
inclusive dos sistemas de logística reversa;
a avaliação dos resultados, impactos e acompanhamento das metas definidas nos planos, e
a informação à sociedade sobre as atividades da Política Nacional.
Representantes dos municípios relatam que o prazo de 4 (QUATRO) ANOS, não foi o suficiente para se adequarem a nova lei, respondam vocês se é dignos manter os lixões a céu aberto, com contaminação do solo e do lençol freático, fora a degradação das pessoas que sobrevivem dos lixões, vejam :
A PNRS - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS trouxe uma serie de melhorias para nosso meio ambiente a definição de resíduos sólido como matéria passível de reciclagem, e rejeito como sendo a matéria que não pode ser reciclada é a matéria final deve ir para o aterro sanitário , além da Responsabilidade compartilhada e a logística reversa, mas a mais importante dela é o fim do lixões que são usados em grande parte do nosso país, basta abrir uma clareira e começar a depositar o lixo sem qualquer controle ambiental contaminando o solo com o chorume, liquido da decomposição do lixo altamente contaminante, atingindo o lençol freático da região, esse lençol freático é uma especie de rio subterrâneo que alimento todo aquífero local e as bacias hidrográficas, com isso a contaminação local de um lixão pode ser espalhada por quilômetros de distancia.
Além de trazer vetores, tais como ratos, baratas, escorpiões e urubus, que colocam em risco a população local o ecossistema e o espaço aéreo, pois os urubus voam em grandes alturas colidindo com aeronaves.
O aterro sanitário é feito em áreas controladas e com preparação do solo para que seja captado e tratado o chorume e os gases metano, assim evitando contaminação e explosão, fora que os resíduos são compactados e prensado em camadas para que a descomposição seja acelerada e a área seja devolvida ao meio ambiente posteriormente.
A canalização do gás faz com que os aterros se transformem em usinas termos elétricas, gerando energia para suprir energia das cidades vizinhas alem de gerarem créditos de carbono.
Portanto, os municípios que não possuem recurso deveria ter se cotizado com os municípios vizinhos para que fizessem em consorcio um aterro sanitário e não esperando que a lei não pegasse, isso mostra o desrespeito a Constituição Federal no CAPÍTULO VI - DO MEIO AMBIENTE em seu ;
"Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações"
.
Em 02 de agosto de 2014, passados 4 anos entrará em vigor a PNRS - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS, será que nós seremos mais uma vez afetados pelo desinteresse ou por interesses políticos e esse prazo será prorrogado?
Hoje no Brasil o
saneamento básico é considerado como política pública, onde são inseridos em
programas de governo, e muito políticos não gostam de gastar parte do seu
orçamento em saneamento básico pois dizem que fica aterrado e população não vê,
por isso não dá voto, por isso preferem obras maiores que causam impacto
visual. A qualidade a vida digna esta elencada em nossa Constituição Federal
com direitos sociais básicos, e saneamento básico é qualidade de vida digna, além
de preservar o meio ambiente com prevê também nossa Constituição Federal. E o
bem mais protegido em nosso ordenamento jurídico é a VIDA, portanto meio ambiente
está ligado diretamente a VIDA e qualidade digna, pois sem saneamento básico como
poderemos assegurar tais direitos?
Só para vocês terem uma ideia veja o diagnóstico de nosso saneamento no Brasil, conforme o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, 2012, Estudo “Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento Brasileiro - 2014” - Instituto Trata Brasil/CEBDS e PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra Domicílios) 2013.
Dados gerais do saneamento básico no Brasil
O Brasil possui quase 13% dos recursos hídricos superficiais do planeta, ou seja 13% de toda a água doce do planeta. No entanto, 73% deles concentram-se na bacia hidrográfica amazônica, onde mora apenas 4% da população brasileira;
· 34 milhões de brasileiros não tem acesso a água encanada;
· 103 milhões de pessoas não estão conectadas às redes de esgoto;
· 38,7% dos esgotos gerados são tratados;
· No Brasil a média de perdas de água na distribuição é de 36,9%;
· A média de consumo de água dos brasileiros em 2012 foi de167,5 litros por habitante ao dia (aumento de 4,9% com relação a 2011);
· A região com menor consumo é a Nordeste, com 131,2 litros por habitante por dia; já a região com maior consumo é a região Sudeste, com 194,8 litros por habitante por dia;
· O setor de saneamento gerou 726,6 mil empregos diretos, indiretos e de efeito renda em todo o país, sendo 209,8 mil diretos nos serviços e 516,8 mil gerado pelos investimentos.
Fonte: Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, 2012
· Em 2013, segundo o Ministério da Saúde (DATASUS), foram notificadas mais de 340 mil internações por infecções gastrintestinais no país;
· O custo de uma internação por infecção gastrintestinal no Sistema Único de Saúde (SUS) foi de cerca de R$355,71 por paciente na média nacional;
· Se 100% da população tivesse acesso à coleta de esgoto haveria uma redução, em termos absolutos, de 74,6 mil internações;
· Em 2013, 2.135 morreram no hospital por causa das infecções gastrintestinais. Se todos tivessem saneamento básico haveria redução de 329 mortes (15,5%).
· Em 2012, cerca de 300 mil trabalhadores se afastaram do trabalho por diarreias e perderam 900 mil dias de trabalho;
· A probabilidade de uma pessoa com acesso a rede de esgoto faltar as suas atividades normais por diarreia é 19,2% menor que uma pessoa que não tem acesso à rede;
· No turismo, estima-se que a universalização criaria quase 500 mil postos de trabalho (hotéis, pousadas, restaurantes, agências de turismo, empresas de transportes de passageiros, etc.);
· A valorização dos imóveis chegaria a R$ 178,3 bilhões, portanto, sozinha, compensaria parcialmente o custo da universalização do saneamento para o Brasil, estimado em R$ 313,2 bilhões.
Fonte: Estudo “Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento Brasileiro - 2014” - Instituto Trata Brasil/CEBDS
Baseados nestes dados apresentados acima podemos ver a ligação perfeita a qualidade de vida digna, a saúde básica a VIDA que não estão sendo respeitados no Brasil .
· Casas têm mais TVs e menos redes de esgotos em 11 estados brasileiros
Fonte: PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra Domicílios) 2013
Sem comentários a esse
último dado, é hora que exigirmos o mínimo que é o Saneamento básico, pois além
desses efeitos temos a contaminação de nossas fontes de agua que estão se
esgotando com estamos assistindo na região Sudeste do nosso país e ao meio ambiente
em geral.
Já havíamos chegado a um ponto sem volta quando utiliazamos o volume morto do sistema Cantareira, ao fracionarmos a distribuição de água com os outros reservatórios, sobrecarregamos outros sistemas como ocorre no sistema Alto Tiête, também começa apresentar problemas olhe os gráficos abaixo, extraídos http://www.apolo11.com/reservatorios.php?step=m .
Neste momento não adianta tentar achar culpados mas sim de termos consciência, que a nossa água é finita, tem fim , e sem ela estaremos no caos, por isso economizar se faz necessário ... faça sua parte...
lembrando que 17% da população abastecida pelo sistema Cantareira aumentaram seu consumo em plena crise, temos que policiar nosso consumo é vital.
dezembro 17, 2013 – 5:15 pm
Evite o desperdício nesta época do ano e descarte de forma correta o entulho produzido. http://www.gazetaam.com/lixo-natalino/
Por Gazetaam | Em Entrevistas |
S.O.S. Planeta Terra
novembro 14, 2013 – 2:11 pm
Conferência na Polônia pretende discutir os efeitos das mudanças climáticas e as maneiras de reduzir as emissões de poluentes. http://www.gazetaam.com/s-o-s-planeta-terra/
Enquanto a COPA do MUNDO de 2014 esta com tudo nos noticiários mundiais e nacionais, pela grande espetáculo que este evento produz, temos seus efeitos colaterais, um deles é o aumento no consumo de água na capital e principalmente nas áreas abastecidas pelo sistema cantareira.
Esse valor de 2,4% é o efetivo do reservatório estamos praticamente esgotando em poucos dias chegaremos a 0%, do volume morto que tínhamos 16,7 % hoje restam 12,2% estamos reduzindo o volume muito rápido.
Um dos motivos é o foco exclusivo na COPA do MUNDO e não darmos atenção aos problemas já existentes, a falta de chuvas continuará e o volume cada vez mias se reduzirá e ainda temos muitos dias de COPA do Mundo e o pior que o volume de outro reservatório começa a apresentar perigo ainda mais que o reservatório do alto Tiête além da abastecer o interior e a capital, pois parte da capital que era abastecido pelo Cantareiro foi desviado para o Alto Tiête, esse reservatório é responsável pelo transporte de grão através da hidrovia, onde hoje já não podem transportar com a sua totalidade pois esta raso e as barcaças começam a encalhar.
Temos que continuar a ter atenção em nossa água não podemos desviar as atenções somente para COPA do MUNDO, pois junto com ela vem o aumento de consumo de água para consumo e para limpeza e higienização pessoal, fora o aumento de resíduos sólidos.