sexta-feira, 26 de julho de 2013

DESCASO COM COLETA SELETIVA PODE TRAZER OS INCINERADORES PARA SÃO PAULO





   Hoje durante a reunião do CADEs (Conselho de meio ambiente, crescimento sustentável e cultura de paz) MUNICIPAL aprovaram a licença prévia Ambiental para o projeto do Monotrilho, não entraremos nos detalhes do assunto, mas o que me preocupou foi a avassaladora força da Prefeitura contra os municipes, mesmo o projeto indo contra e ferindo o Plano diretor da Cidade de São Paulo, foi votado a favor, porque estou falando dessa votação, pois um assunto que vem assombrando é o não desenvolvimento da coleta seletiva na cidade de São Paulo, apesar de todos esforços não ultrapassamos 1% da coleta diária de resíduos sólidos da cidade de São Paulo.
  Depois de alguns estudos percebi que empresas que fazem esse tipo de trabalho na Europa estão sendo desativadas, pois mostrou-se que o risco ao meio ambiente é muito grande, pois a queima de metais pesados que estão na composição de algumas embalagens e no plástico eliminam algumas substâncias chamadas fulanos e dioxinas, na França com todo o controle que esses incineradores possuem conseguiram contaminar muitas pessoas,  agora mesmo a contaminação de alimentos na Alemanha por dioxina é um fato autoridades não sabem como aconteceu será? 


Veja a reportagem da TV portuguesa :





Para que vocês possam entender com a Nova Política Nacional de Resíduos  Sólidos, os municípios serão responsáveis conforme  lei 12.305/2010  :

Seção IV
Dos Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos 
Art. 18.  A elaboração de plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos, nos termos previstos por esta Lei, é condição para o Distrito Federal e os Municípios terem acesso a recursos da União, ou por ela controlados, destinados a empreendimentos e serviços relacionados à limpeza urbana e ao manejo de resíduos sólidos, ou para serem beneficiados por incentivos ou financiamentos de entidades federais de crédito ou fomento para tal finalidade. (Vigência)
§ 1o  Serão priorizados no acesso aos recursos da União referidos no caput os Municípios que: 
I - optarem por soluções consorciadas intermunicipais para a gestão dos resíduos sólidos, incluída a elaboração e implementação de plano intermunicipal, ou que se inserirem de forma voluntária nos planos microrregionais de resíduos sólidos referidos no § 1o do art. 16; 
II - implantarem a coleta seletiva com a participação de cooperativas ou outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis formadas por pessoas físicas de baixa renda. 
§ 2o  Serão estabelecidas em regulamento normas complementares sobre o acesso aos recursos da União na forma deste artigo. 
Artigos seguintes também tratam da questão dos resíduos em relação aos Municípios , os incineradores serão a grande solução para esses prefeitos pois o queima desse lixo e reduzida em 70% do seu volume podendo ser condicionado nos aterros sanitários, sem qualquer problemas, lindo né?
Mas o problema está na queima do lixo os inicineradores mundiais possuem filtros que só controlam a emissão de fulanos e dioxinas, controlam ... quando o nível da dioxinas e fulanos chegam ao critico os incineradores são desligados , logico que isso também acontecerá aqui ... Lógico! população e meio ambiente em primeiro lugar .
Essa é uma planta basica para que vocês possam entender como funciona um incinerador.
Só par





quarta-feira, 10 de julho de 2013

ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL DO COMPLEXO VIÁRIO SENA MADUREIRA


Do G1 SP
A construção de túneis que interligarão as avenidas Sena Madureira e Ricardo Jafet, na Zona Sul da capital paulista, custará R$ 219 milhões, de acordo com a Prefeitura de São Paulo. O consórcio Queiroz Galvão/Galvão Engenharia venceu a licitação e os recursos devem ser liberados no ano que vem. O complexo irá facilitar a ligação entre as regiões Sul, Sudeste e Sudoeste da cidade, além de melhorar a integração com o ABC.



A previsão inicial de custos da obra era de R$ 148 milhões. Segundo a Prefeitura, a estimativa foi feita “antes do detalhamento do projeto e, por isso, a diferença entre os valores”. O projeto está em fase de obtenção de licenças ambientais. Será agendada uma audiência pública sobre o processo. A Prefeitura não informou a previsão de datas para a conclusão da obra.
O complexo irá ligar, segundo o governo municipal, as regiões Sul e Sudeste, formado pelos eixos viários das avenidas Rubem Berta, Ibirapuera, Santo Amaro, Juscelino Kubitschek e Brasil, com o sistema viário sudoeste, formado pelas avenidas Ricardo Jafet, Dom Pedro e do Estado. Além disso, facilitará o acesso a municípios do ABC.
Os túneis Norte e Sul irão passar sob a Avenida Domingos de Morais. As entradas e saídas serão junto à Avenida Sena Madureira e nas ruas Vergueiro e Embuaçu. Também estão previstos: drenagem do sistema viário no entorno da obra; drenagem interna do túnel, inclusive reservatório de Contenção de águas Pluviais junto ao emboque da Rua Vergueiro; pavimentação do sistema viário, incluindo pavimento de concreto no túnel; sistemas de ventilação, iluminação, combate à incêndio, circuito fechado de televisão e paisagismo.



quinta-feira, 4 de julho de 2013

COMO RECICLAR ÓLEO DE COZINHA

MATÉRIA VINCULADA NO JORNAL O DIA DO RIO DE JANEIRO É UMA RE-POSTAGEM DA MATÉRIA POIS O MATERIAL ESTA DIGITALIZADO.

LINK PARA BAIXAR A PAGINA ACIMA: COM OTIMA RESOLUÇÃO

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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Política Nacional de Resíduos Sólidos.





O cenário atual em relação ao panorama dos resíduos sólidos não é nada agradável, e em agosto de 2014, quase no final da Copa do Mundo, passa a valer a Política Nacional de Resíduos Sólidos, prevista para entrar em vigor após quatro anos de sua publicação.


Para saber mais sobre essa lei, a estudante Bruna Garbuglio conversou com Alessandro Azzoni, consultor de meio ambiente e especialista em orçamento público.


http://www.gazetaam.com/?p=16270#sthash.bUH0tSJ8.dpuf

quinta-feira, 20 de junho de 2013

COPA DAS CONFEDERAÇÕES E A POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

19/06/2013 - 09:50 

Copa das Confederações e a Política Nacional de Resíduos Sólidos

Dia 15 de junho, teve início a Copa das Confederações a exatamente 365 dias do inicio da Copa do Mundo, período em que vamos ver todo país correr para finalizar as obras de seus estádios, de infraestrutura, dentre outras.  Alguns já estão finalizados com alto padrão, possibilitando ao publico assistir as partidas com todo o conforto.
Mas o que assusta é que em agosto de 2014, quase no final da Copa do Mundo passa a valer a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a lei 12.305/2010, prevista para entrar em vigor após quatro anos de sua publicação. Esse prazo foi estabelecido visando a necessidade de ajustes mais complexos dos setores privado e público, para que esses possam adequar-se.
Só que pouco foi feito com o fluxo de investimentos direcionados para a Copa. No último Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil da ABrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza pública e resíduos Especiais foi constatada que 42,02% dos resíduos sólidos urbanos é destinado inadequadamente, isso quer dizer que o lixo cotidiano ainda é descartado de forma incorreta. É um percentual muito alto tendo em vista os grandes eventos que serão realizados em nosso país, como Copa da Confederações, Copa do Mundo e as Olimpíadas. O que se percebe é que, se o cenário atual já é desfavorável com a população local, imaginem com a vinda de turistas o quanto aumentará o descarte incorreto uma vez que não houve grandes investimentos neste segmento.
.Quadro de Destinação final inadequada: .Base Abrelpe 2010/2011/2012.
 Houve uma redução no descarte inadequado em 2011, porém voltou a crescer novamente em 2012 quando o ideal é que esses índices entrassem em declínio contínuo. De qualquer forma, podemos dizer que a lei 12.305/2010, trouxe grandes mudanças em nossas vidas. Nunca se discutiu tanto sobre Resíduos Sólidos e se pensou em políticas públicas neste sentido. O setor privado corre contra o relógio para implementar a logística reversa, que nada mais é que responsabilizar quem produziu para que faça a destinação correta.
Em relação à geração de resíduos em relação ao crescimento da população, observa-se que continua o aumento de produção de resíduos superior ao crescimento da população, ou seja, em 2011 levando em consideração o período de 2010-2011 houve um acréscimo na geração de resíduos de 1,8% enquanto a população cresceu 0,9% aproximadamente, e em 2012 houve um acréscimo de 1,3% na geração de resíduos enquanto a população cresce no mesmo índice de 0,9% aproximadamente.
Reforce-se aqui que quando é citado tipo de resíduos, temos que levar em consideração os contaminantes, os perigosos, os comuns. Sem destinação adequada, isso será uma herança que teremos que contabilizar depois desses grandes eventos. Cabe lembrar que depois da festa alguém sempre terá que limpar a sujeira.

.Por: Alessandro Azzoni, consultor de meio ambiente e especialista em orçamento público. Formado em Ciências Econômicas, com pós-graduação em Mercado Financeiro Internacional na Suíça, Azzoni é conselheiro reeleito do CADES (Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz) Vila Mariana. Envolvido com diversas causas, é ainda coordenador da Comissão Socioambiental da Distrital Sudeste da Associação Comercial, membro do CONSEG (Conselho Comunitário de Segurança) e do conselho dos moradores em situação de rua da Vila Mariana, conselheiro do CADES Municipal pela Associação Comercial de São Paulo e do distrito sudeste.

Construtoras e empresas investem em certificação verde

Certificação já é usada em mais de 140 países e é tendência do mercado

Fonte: Jornal do Comércio

Consumidores exigentes buscam cada vez mais construções sustentáveis, o que faz com que aumente o número de empreendimentos, seja privado ou publico, como estádios de futebol, escritórios e até igrejas, que estão na busca de certificação Leadership in Energy and Environmental Design (I.FFD). Atualmente, no Brasil, são 99 empreendimentos certificados e 720 registrados em busca da certificação.
Quem lidera o setor em plena expansão é a cidade de Curitiba, com 48.3% dos empreendimentos comerciais e corporativos lançados nos dois últimos anos em busca do selo verde. Em seguida está São Paulo, com 47.2% dos lançamentos, e o Rio, com 40,8% dos empreendimentos em processo de certificação. Por aqui. 134 empreendimentos estão registrados e, t entre estes, 12 certificados.
De acordo com a coordenadora técnica da GBC Brasil | (Green Building Council), Maria Carolina Fujihara, esse 'boom na busca pela certificação que já é usada em mais de 140 países é uma tendência do mercado. Para receber o selo, o empreendimento deve cumprir requisitos visando à diminuição dos impactos ambientais como uso racional de água. eficiência energética, espaço sustentável, qualidade ambiental interna, materiais e recursos e inovações e tecnologias. "O mercado da construção civil sustentável está em alta e apenas dois estados da Federação, Acre e Tocantins, que ainda não aderiram a esse conceito", frisa.


Segundo dados da GBC Brasil, organização não governamental em operação desde 2007, que visa fomentar a indústria de construção sustentável no Brasil por meio de sua atuação junto ao governo e à sociedade civil, o País se destaca no cenário mundial e está em quarto lugar na busca pela certificação, atrás apenas de listados Unidos, China e Emirados Árabes.
Apesar de os empreendimentos "verdes" custarem de 1% a 7% mais do que um empreendimento comum, o gasto operacional é reduzido de 8% a 9% e a valorização aumenta de 10% a 20% no preço de venda. Para Fujihara, a adoção de medidas como torneiras "inteligentes", descargas de duplo acionamento e reaproveitamento da água da chuva diminuem o consumo de água e, consequentemente, o custo operacional.
A certificação também proporciona redução de 30% no consumo de energia, de 80% dos resíduos sólidos e de até 35% nas emissões de gases de efeito estufa. "A construção civil é responsável pelo consumo de 21 % de toda a água tratada do planeta, enquanto empreendimentos que conquistam o selo podem reduzir o consumo de água em até 50%", afirma a técnica.
Ela ressalta ainda que, além de oferecer conforto e bem-estar aos ocupantes, os empreendimentos sustentáveis proporcionam aumento da produtividade dos funcionários, já que um edifício nesses moldes prioriza aspectos como a boa iluminação natural, produtos sem teor de compostos orgânicos voláteis (que podem ocasionar cheiro forte) e controle de qualidade do ar.
A expectativa é de que até o fim de 2013 sejam 900 empreendimentos registrados e 120 certificados solicitados. De acordo com Fijihara, cerca de 45% das solicitações vêm de escritórios e empreendimentos comerciais, mas a certificação tem sido procurada por indústrias, estádios, fábricas, shoppings. bancos, hotéis, escolas, museus e hospitais.
O Museu de Arte do Rio é um dos prédios que buscam a certificação. A coordenadora destacou os empreendimentos sustentáveis e certificados do Rio de Janeiro citando a loja da rede Starbucks, no Rio Sul, e duas torres do Ventura Corporate Towers. Entre os que buscam a certificação estão o Maracanã, o Museu de Arte do Rio (MAR), o Colégio Estadual Erich Walter Heine, o Shopping Metropolitano, a Biblioteca Pública Estadual do Rio e o Grand Hyatt Rio de Janeiro.
Ela explicou ainda que o processo de certificação se dá desde o início do projeto até o fim da obra e que o prazo para se obter o LEED pode demorar seis meses. É feita uma auditoria no processo para ver se tudo está seguindo as normas de exigência da Green Building Council Brasil e só a partir daí o documento é liberado", ressalta.
Fujihara destaca também o Qualiverde, resolução lançada em 2012 pela Secretaria Municipal de Urbanismo e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que dá descontos no Imposto Sobre Serviço (ISS). Sobre a Transmissão de Bens Imovéis e no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).
Para obter o Qualiverde, é preciso ter dispositivos economizadores, sistema de reúso de águas servidas, medidores individuais. sistema de reúso de águas negras, aproveitamento de águas pluviais, ampliação de áreas permeáveis além do exigido por lei. eficácia energética e desempenho térmico.
Água
Para o consultor de meio ambiente Alessandro Azzoni, construção sustentável é uma tendência que deve ser incorporada, futuramente, ao dia a dia dos brasileiros, já que associa-se às exigências do mercado com o retorno financeiro. Azzoni destaca a água como o grande vilão dos grandes empreendimentos. A maioria das pessoas ainda não está preocupada com o meio ambiente, e sim com a economia que tais ações podem trazer", critica.
O consultor considera o número de empreendimentos ditos verdes ainda baixo, se com parando com a exploração imobiliária atual. Segundo ele, no ramo industrial os investimentos são mais significativos devido ao custo-benefício, mas nas construções de menor porte, adaptar ou construir se torna mais custoso.
"Os empreendimentos verdes devem beneficiar também tudo o que está ao redor, e um exemplo, são os terraços verdes, que já passam a comporás grandes metrópoles. Essas ilhas verdes são importantes para reduzir as ondas de calor de um prédio, reduzindo o aquecimento em até 40%". destaca, frisando que o certificado é uma garantia para o consumidor de que o empreendimento está correto e seguindo as normativas ambientais.
Já a consultora de sustentabilidade, Rosana Corrêa, garante que é uma necessidade do mercado. Para ela, a cobrança do consumidor é maior e as empresas públicas e privadas estão apenas se adaptando a tais exigências. "Em 2005 dávamos palestras sobre a importância do tema. Fazíamos um trabalho comercial.
Hoje em dia, as empresas que nos procuram. Inclusive as que nos deram às costas naquele momento", disse.
Corrêa garante que a procura por esse tipo de empreendimento é boa no País, que já é o quarto país do mundo nesse tipo de construção. Ela frisou que no Rio de Janeiro essas obras são impulsionadas pelos grandes eventos como Copa do Mundo e Olimpíada. "Existem até incentivos econômicos para quem quer empreender", ressalta.

http://www.grandesconstrucoes.com.br/br/index.php?option=com_conteudo&task=viewNoticia&id=17686

terça-feira, 11 de junho de 2013

PEGADA ECOLÓGICA DA ÁGUA EM NOSSAS VIDAS E O FUTURO DOS MERCADOS

ESSE POSTER ILUSTRA A PEGADA ECOLÓGICA EM RELAÇÃO A ÁGUA, O QUANTO SE GASTA DE ÁGUA ATÉ QUE O PRODUTO CHEGUE A SUA MESA OU AO SEUS USO, MUITAS EMPRESAS MULTINACIONAIS JÁ ESTÃO COM PROCESSO PARA REDUZIR ESSE CONSUMO DE ÁGUA EM SUA CADEIA PRODUTIVA , EXEMPLO O PRÓPRIO MC DONALD DENTRE OUTROS ISSO JÁ VIROU META NOS DEMAIS PAÍSES...

ISSO SERVE PARA ANALISARMOS SE NOSSAS INDUSTRIAS E SE NOSSOS PRODUTOS SERÃO COMPETITIVOS NO FUTURO LEVANDO EM CONTA A QUESTÃO AMBIENTAL.  AS MULTINACIONAIS E O MERCADO INTERNACIONAL JÁ SINALIZA NESSE SENTIDO POR ISSO É IMPORTANTE NOS ATENTARMOS A SUSTENTABILIDADE.