O MEIO AMBIENTE ARTIFICIAL ENVOLVE NOSSA CIDADE POR ISSO ESSE ASSUNTO PODE ALTERAR O ASPECTO DE NOSSOS BAIRROS .
PODEMOS FAZER A DIFERENÇA COM PEQUENOS GESTOS PARA SALVAR O MEIO AMBIENTE | Dicas de como podemos mudar o mundo, o local onde vivemos e o meio ambiente com apenas pequenos gestos, que trarão grande mudanças, leia e faça parte desse movimento. Só nós podemos mudar e salvar o nosso planeta, então recicle sua maneira de pensar e venha... ALESSANDRO AZZONI www.alessandroazzoni.com
terça-feira, 5 de novembro de 2013
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
INSPEÇÃO VEICULAR AMBIENTAL EM SÃO PAULO - Vistoria reduz poluição do ar em São Paulo
Vistoria reduz poluição do ar em São Paulo
Para especialista, deixar de fazer a inspeção nos veículos diminuirá a qualidade do ar na capital
A inspeção veicular ambiental, que seria suspensa a partir do dia 14 de outubro a pedido da Prefeitura de São Paulo, voltou a ser realizada pela Controlar, após a empresa obter uma liminar na justiça para garantir a continuidade do serviço. Em consequência, a administração municipal disse que irá recorrer da decisão proferida pelo juiz Paulo Baccarat Filho, da 11ª Vara da Fazenda Pública. Para o consultor em meio ambiente Alessandro Azzoni, a falta de inspeção terá um impacto negativo na qualidade do ar.
Segundo o especialista, outra questão que causará danos ao meio ambiente é o fato de veículos com menos de três anos de uso não precisarem fazer a vistoria. Para ele, mesmo que um carro seja novo não é garantido que o veículo será menos poluente, “se o motorista abastecer com um combustível adulterado, poderá causar danos ao veículo que farão com que o automóvel polua mais, mesmo sendo novo”, alerta.
O último estudo feito pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), divulgado durante o Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva (Simea), apontou que durante a inspeção os veículos mais novos apresentaram a mesma redução de poluentes que os carros com 7 a 15 anos de circulação.
De acordo com a pesquisa, em 2012 os veículos a diesel tiveram redução de 20% na emissão de particulados no ar, o que significa evitar 559 mortes por problemas respiratórios na região metropolitana.
Se considerados os veículos leves movidos a gasolina, houve diminuição de 47,6% na emissão de monóxido de carbono e 39% de hidrocarbonetos; automóveis flex tiveram redução de 55,7% e 33,3%; e em motocicletas a diminuição chegou a 35% e 39%, respectivamente.
Conforme os dados da USP, no período avaliado a queda da poluição no ar foi equivalente a uma frota de quase 1,3 milhão de veículos, sendo 1,17 milhão de automóveis, 85,5 mil motocicletas e 35 mil caminhões e ônibus a menos circulando na cidade.
Para Azzoni, realizar a inspeção em todos os veículos é uma iniciativa positiva para a cidade que possui a maior frota do país, mas não é a única medida a ser implantada. Segundo o consultor, para melhorar a qualidade do ar em São Paulo é preciso aumentar as vistorias em caminhões e ônibus, que hoje acontecem por amostragem, e fiscalizar mais as indústrias.
Novo modelo de inspeção
O decreto da prefeitura, que altera as regras para a vistoria de veículos, é alvo de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), proposta pelo procurador-geral de Justiça do Estado, Márcio Fernando Elias Rosa. Mudanças como o reembolso da taxa de inspeção, a autorização para que novas empresas façam a vistoria sem licitação e a fiscalização para veículos de outros municípios que circulem pela cidade podem ser invalidadas. A prefeitura informou que não se pronunciará sobre o assunto e quando for notificada argumentará em favor da defesa da lei.
De acordo com a administração municipal, 3% da arrecadação do IPVA serão destinados à devolução do pagamento da taxa aos veículos que foram aprovados durante a inspeção. Entre junho e julho de 2013, mais de 127 mil pessoas entraram com o pedido de reembolso na Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente e cerca de 110 mil foram aprovados.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
terça-feira, 29 de outubro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
TESTES COM ANIMAIS
Demorei a manifestar-me sobre os últimos acontecimentos no Instituto Royal, para os que não acompanharam o Instituto Royal realizava testes físicos com animais de diversas espécies principalmente cachorros da raça Beagles, testes estes farmacêuticos, até agora não apareceu o laboratório que os contratou para esses testes, mas isso pode ser para mascarar a verdadeira identidade do real usuários desses resultados, sabemos que esses grandes laboratórios fazem campanhas publicitaria ambientais e por isso terceirizam esse tipo de serviço será que esse foi o caso do Instituto Royal.
Mas a questão em pauta é até que ponto nós seres humanos podemos usar seres, que para muitos julgam inferiores como os animais, mas essa é uma questão de Antropocentrismo, ou seja, Antropocentrismo (do grego άνθρωπος, anthropos, "humano"; e κέντρον, kentron, "centro") é uma concepção que considera que a humanidade deve permanecer no centro do entendimento dos humanos, isto é, o universo deve ser avaliado de acordo com a sua relação com o Homem. É normal se pensar na ideia de "o Homem no centro das atenções"(http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropocentrismo).
Queremos estar sempre no centro das atenções justificando nossas atrocidade durantes guerras, nas buscas de curas de doenças não importando o custo ambiental o social que cause, ou até mesmo buscando fontes de energia afim de suprir as nossa necessidades humanas.
Muitos defendem os testes em animais afim de uma cura para nós seres humanos, podemos fazer um paralelo ao nazismo que buscou a perfeição da raça ariana exterminando 6 milhões de Judeus e 4,5 Milhões de outra etnias, deficientes físicos, portadores de deficiências, afim de procurar a cura e aperfeiçoamento genético, um preço caro para humanidade que causou a morte de 10,5 milhões de seres humanos que foram usados como cobaias dos nazista, será que ao defendermos os testes em animais não estaríamos fazendo mesmo?
Nós seres humanos somos providos de inteligência e muitos animais já demostraram poder desenvolver a sua, mas o livre arbítrio é nosso ao optarmos em fazermos um teste ou usarmos um tratamento alternativo aceitamos os risco do experimento, mas os animais são submetidos contra sua vontade, por imposição do homem para a busca da vida eterna.
O caso do Instituto Royal serviu de alerta a toda a população nacional e mundial que não sabiam do assunto e trouxe à tona a pauta do uso de animais em testes farmacêuticos, não estou comentando a atitude dos ativistas que tiveram o livre arbítrio de tomar a decisão certa ou errada de invadir e depredar o patrimônio, a questão é até que ponto devemos subjugar qualquer outra espécie em pro da humanidade!
O quanto nós seres humanos somos superiores as outras espécies, não devemos buscar essa possível cura de outra maneira?
REFLITA
terça-feira, 22 de outubro de 2013
POLUIÇÃO AMBIENTAL - RHCONNECT
Olá, internauta do Portal RH Connect. Hoje vamos falar sobre poluição ambiental. Para falar conosco estamos com o consultor ambiental Alessandro Azzoni .
Alessandro, quais são as fontes mais críticas em relação à poluição em São Paulo?
São vários pontos que nós podemos considerar. Um deles é o sistema de esgoto despejado no rio. Por incrível que pareça, a própria cidade de São Paulo, despejava grande quantidade de esgoto em natura até pouco tempo. Tinha o caso do Morumbi, no qual todo dejeto era jogado no rio Pinheiros, e que depois, ia para o Rio Tietê. A própria cidade de Guarulhos começou a canalizar o seu sistema de esgoto há pouco tempo, e tudo o que era produzido e gerado nela ia para o rio Tietê. Agora provavelmente 50 % do esgoto é tratado naquela região. Isso significa dizer que já era para estar com quase 90%, 98%. Nós nunca vamos chegar a 100 % porque tem algumas das habitações que são irregulares e acabam também despejando de forma irregular.
Temos também o que a gente chama de poluição difusa, que é aquele lixo jogado de dentro do carro, a bituca de cigarro e inclusive o óleo que vaza do carro. Por que a gente chama de poluição difusa? Porque essa não tem como mensurar ou como fazer um controle dela. Ela cai nas vias públicas e, com a chuva, acaba indo para o sistema de coleta fluvial, e consequentemente para os rios. E por sua vez, todos os nossos rios se interligam com Tietê e Pinheiros, então, todos vão para o mesmo lugar.
No Rio de Janeiro foi criada uma lei para multar essas pessoas que jogam lixo na rua. Você acha que em São Paulo isso mudaria a atitude da população?
Com certeza. A única dificuldade que vejo é como você vai fazer a fiscalização e a autuação das pessoas. Você vai pará-las na rua, pedir o RG, multar, pegar o endereço? Eu acho a logística da multa meio controversa. Mas eu acho eficaz, acho que quem suja tem que pagar.
De que maneira você acha que isso poderia ser feito?
Nós já temos o caso da lei que vai entrar em vigor no ano que vem, que é a Política Nacional dos Resíduos. Ela nada mais é do que um repasse do governo dessa logística reversa da responsabilidade compartilhada. É um repasse do Estado, o Governo passando a responsabilidade para quem suja, pagar. Então, se você produziu, você vai reciclar. Se você sujou, você vai limpar. É uma maneira do Estado dizer: chega de pagar pela sujeira do outro. De uma certa forma, essa cobrança já vai existir.
O trânsito de São Paulo, como é muito carregado, influencia muito na poluição do ar e no tempo seco?
São Paulo tem um sistema climático muito diverso. Você tem as construções desses mega empreendimentos e isso bloqueia totalmente a circulação de ar na capital, criando as ilhas de calor. Certas partes da cidade de São Paulo são muito mais quentes do que gente está acostumado. Não porque existem "atmosferas de calor", mas por conta da concentração de prédios e quantidade de veículos, a circulação de ar não acontece. O chão esquenta, o carro esquenta, e aí, tudo vira um forno. As regiões da Paulista e Centro sofrem muito com isso. Precisaria ter um sistema de construção que refrigerasse nossa cidade. A poluição não tem como circular e fica presa. São vários fatores. Lógico que a primeira incidência que a gente fala é a dos carros, mas existem as indústrias, e outros agentes poluidores.
Hoje, a sustentabilidade já está sendo envolvida em questões empresarias. As empresas que são sustentáveis estão tendo um rendimento muito maior, as construções sustentáveis são muito mais procuradas. Então quer dizer, já não é mais uma questão de moda ambiental, já está se tornando produto. Hoje você tem a ISO 1.001. Daqui a pouco, para vender, você precisará do selo sustentável. São departamentos dentro daquela empresa que transforma aquela linha de produção em sustentável. Hospitais vão ter sistema de reciclagem de equipamentos, lixos, resíduos, gerenciamentos de resíduos. Então, toda essa política de sustentabilidade já vai envolvendo um fator produtivo e econômico. Se isso já vai fazer parte de um fator financeiro, econômico e empresarial, porque também não embutir na cabeça das crianças desde pequenos? Eu sei que é muita pressão jogar toda essa responsabilidade para eles, mas nós todos deveríamos estar fazendo nossa parte. Eu acho importantíssimo porque você cria uma geração com uma nova consciência.
O que você deixaria de dica para as pessoas fazerem a partir de agora? Coisas pequenas, de casa, que poderiam realmente ajudar a combater a poluição do meio ambiente.
Tem umas coisas básicas. Muitos bairros na cidade possuem a coleta seletiva. Não custa para você em vez de uma única lixeira em casa, comprar duas. Uma você coloca os produtos recicláveis, a outra você coloca o lixo orgânico. Outra atitude é não jogar o óleo de cozinha usado na pia, porque isso polui muito. O ideal seria deixar o óleo esfriar, colocar em garrafas pets, levar em um posto como o Pão de Açúcar, o Carrefour ou posto de atendimento da Porto Seguro. Tem vários lugares que fazem essa coleta para dar o destino correto. Se você ver alguém sujando, jogando, tome uma atitude, fale com ele. Se você não quiser falar direto, diga: “caiu isso da sua mão!” Tomando pequenas atitudes assim, a gente consegue fazer um movimento em cadeia muito grande, está nas mãos da população. Se nós formos nossos próprios fiscais, não precisamos multar, criar leis, punição. Existe uma coisa que todos nós temos que é a vergonha. Tenho certeza que o dia que você disser "caiu da sua mão", essa pessoa não vai jogar de novo com medo do possam dizer a ela novamente. Você não vai precisar de uma multa, uma punição. A vergonha mesmo vai impedir que a pessoa o faça de novo.
Muito obrigada, Alessandro Azzoni, pela sua entrevista.
Eu que agradeço a oportunidade, sempre que vocês precisarem, estou às ordens.
Obrigada a você internauta pela sua audiência, aqui falou Tatiana Pinheiro para o portal RH Connect.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
JUSTIFICATIVA DA AUSÊNCIA
ESTOU JUSTIFICANDO MINHA AUSÊNCIA NOS MEUS POST, POIS ESTOU TERMINADO MINA FACULDADE DE DIREITO, COMO NO 9º SEMESTRE TEMOS QUE ENTREGAR E APRESENTAR NOSSO TCC, FIQUEI AUSENTE PARA FINALIZAR MEU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO, COM JÁ PROTOCOLEI A ENTREGA AGORA POSSO ME DEDICAR AOS NOVOS POST, E PROMETO QUE TEM MUITA COISA BOA...
AZZONI
terça-feira, 24 de setembro de 2013
HOMENAGEM AO RIO TIETÊ - PROJETO RIO TIETÊ - NOTAS E FOTOS
Sobre o projeto Rio Tietê - Notas e Fotos
Uma colaboração entre o fotógrafo Cássio Vasconcellos e o consultor de meio-ambiente Alessandro Azzoni, o projeto tem o objetivo de despertar o interesse pela saúde do Rio Tietê, que faz aniversário no dia 22 de Setembro.
Além de uma galeria de fotos aéreas, o projeto contará também com um ebook, a ser lançado no dia 27 de Setembro, disponível gratuitamente online e para download.
ACESSE O LINK E VEJA AS FOTOS
Cássio Vasconcellos
Fotógrafo com mais de 30 anos de carreira, é autoridade brasileira em fotografia aérea. Também desenvolve séries autorais e artísticas e possui obras expostas em museus e coleções no Brasil, Estados Unidos, França, China, entre outros países.
Alessandro Azzoni
Consultor de meio ambiente e especialista em orçamento público. Formado em Ciências Econômicas, faz parte do CADES Municipal de São Paulo, do Conselho Comunitário de Segurança e da Comissão Socioambiental da Distrital Sudeste da Associação Comercial
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
DIA INTERNACIONAL DA CAMADA DE OZÔNIO
HOME > MEIO AMBIENTE > Dia Internacional da Camada de Ozônio: conheça os vilões da atmosfera
Dia Internacional da Camada de Ozônio: conheça os vilões da atmosfera
O excesso de gases tóxicos que polui o ar, afeta os seres vivos e a camada localizada na estratosfera. Conheça as alternativas para evitar as altas emissões de poluentesCATEGORIA: MEIO AMBIENTE16 DE SETEMBRO DE 2013
publicado porIngrid Araújo
Foto: henryconceicao
Dia 16 de setembro é uma data para nos lembrarmos sobre um problema que afeta a camada de ozônio: a grande emissão de GEE (Gases de Efeito Estufa) e SDOS (substâncias destruidoras da Camada de Ozônio). Esta estrutura da atmosfera que protege a humanidade e outros seres vivos da maior incidência de raios ultravioletas tem sido alterada por estas substâncias que poluem o ar e causam diversos danos à saúde. Tratados internacionais estabelecem medidas para que ela seja preservada ao longo dos anos e ainda consiga amenizar os impactos na sociedade.
As principais substâncias encontradas nesta parte da estratosfera são o gás metano, hidrocarbonetos, óxidos nítricos e nitrosos, dióxido de carbono – proveniente da queima de combustíveis fósseis – e CFC’s (clorofluorcarbonos). Estes elementos em excesso reagem com o gás ozônio (que compõe a camada) e deixa a Terra mais vulnerável, recebendo maiores quantidades de irradiações do Sol que podem provocar câncer de pele em pessoas, animais, além de alterações no clima. Após a proibição em 1988 no Brasil, o CFC que era presente em aerossóis foi substituído por gás butano e propano e os sistemas de ar condicionado passaram a usar HCFC (hidroclorofluorcarbonos) como alternativa de baixo impacto.
De acordo com Ricardo Daher, Secretário Executivo do PNUMA, no Brasil o efeito “buraco” – ou destruição – da camada de ozônio atinge as colheitas de soja e algodão, danifica recifes de corais e destrói fito plâncton, base da cadeia alimentar marinha que consequentemente aumenta o nível de gás carbônico.
Medidas para eliminar gases tóxicos e CFC’s
A primeira solução para estes problemas foi apresentado pelo Canadá com a criação do Protocolo de Montreal, que estabeleceu medidas para a eliminação dos CFC’s no ano de 1987 e proibiu o uso da substância em 193 países signatários após 2010.
Foto: howstuffworks
Baseada nestas diretrizes de redução de impacto ambiental, o Brasil, em 1990, já começou a usar os HCFC’s (hidroclorofluorcarbonos), pois estes componentes químicos não agrediam tanto esta composição da estratosfera quanto os CFC’s. No entanto, o Protocolo ainda considerou os HCFC’s nocivos e por isso propôs a eliminação completa até 2040.
De acordo com Renan Eschiletti Guimarães, especialista em direito ambiental, “não basta buscar outra substância para substituir a usada pelos aparelhos de ar condicionado, mas é preciso, também, encontrar formas para utilizar menos o ar condicionado, e uma das mais eficientes é arrefecer as temperaturas das cidades pelo desenvolvimento da infraestrutura verde urbana local”.
Para Alessandro Azzoni, membro do CADES (Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz) de São Paulo, medidas apresentadas até o momento – Protocolo de Kyoto e o Protocolo de Montreal – conseguem frear o impacto dos poluentes na atmosfera. “Para isso, os protocolos devem se tornar mandatórios, assim o governo dos países signatários terá força de lei para fiscalizar e punir os órgãos poluidores”, disse o ambientalista.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
REPORTAGEM NO JORNAL METRO SOBRE MULTAS NO SERVIÇO DE VARRIÇÃO
O MAIS GRATIFICANTE É TER SAÍDO NA COLUNA DE OPINIÃO DO JORNAL METRO
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