quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

ENCHENTES .. ENTREVISTA RADIO GAZETA AM SP



De quem é a culpa?



Em São Paulo, assim como nos outros estados da região Sul e Sudeste, o verão é caracterizado pelas fortes chuvas. Com isso, o começo do ano fica marcado pelas enchentes e, em função desse desastre, muitos moradores perdem seus bens e ficam desabrigados.

Mas de quem é a culpa? Governo ou população?

Em entrevista para o programa “Bom Dia Gazeta”, o consultor ambiental Alessandro Azzoni explicou o que a população e governantes (medidas rápidas) podem fazer para que novas tragédias ocorram em 2013 e de que forma (obras a longo prazo) é possível erradicar tal problema.



ACESSE O LINK ACIMA E ESCUTE A ENTREVISTA NA INTEGRA.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

URUBUS NA PAISAGEM DAS CIDADES

O que acostumávamos a ver em nossas viagens ao interior do Estado, já ficou frequente avistarmos em nossas cidades a presença de Urubus, essa aves possuem uma atribuição benéfica ao meio ambiente, ao se alimentarem de aminais em decomposição ou matérias orgânicas em decomposição  evitam a contaminação e a proliferação de doenças, em seu estomago produzem um suco gástrico tão forte, que os deixa imune as bactérias presentes em seu menu.

O que fazem com que migrem para o s grandes centros é a fartura de alimentos, mesmo que a cidade esteja aparentemente limpa, muitos munícipes, ainda descartam lixo de maneira irregular, em terrenos o que deixa propicio ao aparecimentos de novas pragas urbanas, como ratos, baratas, escorpiões, e também os urubus hoje considerados como praga urbana, ao se instalarem em varandas e sacadas de edifícios da cidade e muitas vezes de alto padrão, promovem uma degradação ao ambiente que escolhem como ninho. 

Na carência de carcaças e matérias orgânicas em decomposição, se alimentam de roedores, que na cidade de São Paulo são encontrados em fartura.  Mas o mais importante notarmos que animais de hábitos silvestres estão migrando para os grandes centros urbanos, pela fartura de alimentos, notem o aparecimento de escorpiões, ele se alimentam de baratas encontradas em fartura nos grandes centros, pequenos falcões se alimentam de pombas e pequenas aves que não faltam nas grandes cidades, alguma cidades próximas a regiões de floresta cobras começaram a migrar procurando roedores.

Tudo isso nós somos responsáveis de certa forma, sabe por que?
Porque cada vez mais geramos mais resíduos sólidos, organicos e não organicos que contribuem para proliferação de pragas e elas por sua vez trazem consigo novas especies para nossa cidade.

Pense e repense.. 






segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A RECICLAGEM É A SAÍDA PARA A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE?



A RECICLAGEM É A SAÍDA PARA A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE?
*Alessandro Azzoni
Virou moda falar de reciclagem. Políticos, ONGs, grupos e mídias sociais têm aproveitado o tema como solução dos nossos problemas com os resíduos sólidos. Lógico que esta carona é produtiva, pois faz com que pensemos cada vez mais no que geramos e reaproveitamos, como os materiais que não teriam utilidade no ciclo produtivo.


Por meio da reciclagem muitos resíduos sólidos retornam para a cadeia produtiva como matéria-prima. Um grande exemplo é o vidro, que demoraria quase quatro mil anos para se decompor no meio ambiente e, com a reciclagem, esse mesmo vidro retorna aos fornos e vira matéria-prima limpa.
Certa vez, durante minha palestra, uma criança me perguntou se a reciclagem bastaria para salvarmos o nosso planeta e respondi que ajudaria muito a preservá-lo. Depois de muitos estudos cheguei a conclusão que a reciclagem é o fim do processo gerador de resíduos sólidos, sendo assim, quando determinado produto já foi gerado e possivelmente descartado é o fim do processo.
A reciclagem só é eficiente se a matriz geradora de energia for inferior a de sua criação. Isso quer dizer que se para produzir um pneu o gasto é de dez unidades de energia, para reciclá-lo deverá no máximo empatar essa mesma quantia.
E agora o que fazer? É na prevenção que está a resposta, na produção de produtos ecologicamente corretos no qual suas matrizes geradoras e recicladoras já foram estudadas e colocadas como custo de produção, formando o preço de determinado produto.
Hoje, quando alguma indústria lança um produto o primeiro pensamento é o preço competitivo, a facilidade na produção, entre outras coisas, mas não se em sua composição os materiais utilizados na fabricação serão de fácil reciclagem. Isso faz com que as indústrias e empresas transfiram o custo ambiental para o governo ou para nós contribuintes.
A reciclagem deveria ser um dos procedimentos para transformar resíduos sólidos em matéria-prima, evitando o esgotamento dos recursos naturais, que deve e será necessário no contexto atual.
Com a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS a prevenção será um dos fatores a serem implantados por meio da logística reversa, na qual o criador deverá dar fim à criatura. Sendo assim, a indústria ou empresa ao lançar um determinado produto deverá pensar se os componentes são de fácil reciclagem, pois a responsabilidade passa a ser deste produtor. O segundo passo é a responsabilidade compartilhada, em que todos os geradores de resíduos deverão se responsabilizar pelo seu descarte.


A reciclagem é a ferramenta para minimizar o impacto ambiental, tanto no uso de recursos naturais, quanto na devolução desses resíduos à cadeia produtiva. A prevenção é a melhor arma para a proteção do nosso planeta, por isso pense antes de sair consumindo sem motivo e seja adepto ao consumo consciente.



quarta-feira, 24 de outubro de 2012

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Estrada de sujeira: lixão de Ibicaraí cresce, fecha acesso à BR-415 e polui Rio Salgado


Segue a matéria publicada na agência "a Tarde", até que ponto chegamos! 
Em face da Política Nacional de Resíduos Sólidos lei 12.305/10 , na qual prevê o fim dos lixões em agosto/2014, parece que esta realidade está distante, o descaso com o Meio Ambiente, a População .. 







Fonte A Tarde On Line | Fotos Luiz Tito

Ibicaraí - O lixão de Ibicaraí, situado a um quilômetro da área urbana da cidade, não apenas provoca intenso mau cheiro e atrai moscas e ratos que infernizam a vida de produtores rurais e moradores da periferia. A quantidade de lixo é tão grande que as caçambas passaram a jogar os detritos na área do entorno, o que obstruiu 500 metros de uma estrada que era usada por fazendeiros como atalho para chegar mais rápido à rodovia BR-415. Agora, para alcançar a rodovia, os produtores têm que fazer uma volta pelo centro da cidade.

O produtor José Carlos Guimarães Santos, da fazenda Nossa Senhora das Graças, disse que os produtores estão com dificuldade para escoar  a produção de leite e de uma cerâmica instalada na área. “O mau cheiro é terrível. Cerquei minha casa com tela, mas as moscas invadem assim mesmo”, disse José Guimarães Santos.

Nesta quinta-feira, 11, ele cercou uma represa, porque está contaminada com o chorume produzido no lixão e, se o gado beber a água, morre. A dona de casa Marialda Alves Dias, moradora no bairro Duque de Caxias, disse que acorda quase todo o dia com dor de cabeça por causa do mau cheiro do lixo orgânico e também da fumaça das queimadas feitas no lixão.

Ela disse que o mau cheiro aumenta quando chove. “O chão de minha casa é preto de moscas e tenho que gastar muito para comprar inseticidas e desinfetantes”, diz Marialda. Rízia Alves, também moradora no bairro, diz que tem duas filhas pequenas e teme pela saúde delas. “Na hora de comer, é uma luta para não deixar as moscas caírem no prato”, conta.

Saúde - O problema do lixão foi denunciado na Câmara Municipal, na ultima segunda-feira, pelo vereador José Raimundo Soares Simões. Ele disse que a assistência de saúde à população é muito ruim e que, com um problema desses, os moradores da periferia de Ibicaraí podem se contaminar com uma doença grave, porque a fumaça do lixão é tóxica.

Poluição - Segundo o vereador, o lixão já tem 25 anos. Em razão de a área estar muito cheia, parte dos entulhos cai no Rio Salgado e polui um manancial que abastece o município de Itapé e serve ainda ao distrito de Cajueiro de Ibicaraí. As águas do Rio Salgado junto com as do Rio Colônia formam o Rio Cachoeira, que atravessa o centro da cidade de Itabuna.


terça-feira, 16 de outubro de 2012

PREMIAÇÃO SUSTENTABILIDADE PARA ALUNOS DO COLÉGIO MADRE CABRINI


Sustentabilidade rende medalhas

Alunos do segundo ano do Ensino Médio exibem suas medalhas













Há seis anos, o Colégio Madre Cabrini realizava trabalhos de arquitetura com alunos do segundo ano do Ensino Médio. Neles, eram abordados desenhos de perspectivas e cálculos matemáticos dentro da disciplina de geometria espacial e ficavam restritos à sala de aula.
Com o tempo, o trabalho foi sendo aprimorado, e a arquitetura passou a ser abordada de forma mais ampla, incluindo a questão de sustentabilidade, como a reutilização de água e economia de energia. Por isso, neste ano, os professores Sandra da Cunha Pina (matemática), Soraya Lobo (geografia), Maria Aparecida Cavaletti (química) e Adriano Antunes (física) resolveram ousar. Agregaram os alunos do nono ano do Ensino Fundamental para o projeto que se passou a chamar “Arquitetura e Sustentabilidade”.
O desafio dos alunos do nono ano foi de dissecar os temas energia, água, sustentabilidade e reciclagem de lixo nas cidades de Campos de Jordão, Santos e Campinas. Eles foram divididos em grupo e fizeram o trabalho de pesquisa e contextualização dos assuntos.
Os melhores trabalhos foram apresentados aos alunos do segundo ano do Ensino Fundamental, cujos grupos tiveram como desafio criar um projeto para uma casa sustentável. Para isso, tiveram de montar uma empresa com nome, logotipo, slogan e publicidade para seu programa de sustentabilidade.
Outra novidade para este ano é que os alunos tiveram que apresentar os trabalhos para colegas e pais, que escolheram os melhores. Os vencedores receberam medalhas do membro do Conselho Regional do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Cades) Vila Mariana e coordenador do Conselho Socioambiental da Associação Comercial de São Paulo – Distrital Sudeste, Alessandro Luiz Oliveira Azzoni. “Pela qualidade do trabalho apresentado, achei que deveria dar um prêmio a eles e aos professores, que plantaram uma semente pelo meio ambiente”, explica.
Os estudantes também ficaram entusiasmados com o projeto. Os alunos do segundo ano do Ensino Fundamental admitiram que não sabiam da existência de tantas opções alternativas para melhorar o mundo. “Não imaginávamos que existiam todas as possibilidades apresentadas para tornar as cidades e o mundo mais sustentável”, confessam.
Para os alunos do nono ano do Ensino Fundamental, além do conhecimento adquirido, o projeto teve o papel importante de incentivar o trabalho em grupo e a socialização com os colegas. “Tivemos noções de sustentabilidade como um todo e aprendemos que economizar e reutilizar exigem mudanças comportamentais”, afirmam.
Os professores afirmam que o projeto está inserido no papel social da escola, com projetos interdisciplinares. Eles destacam a participação efetiva dos pais no processo de pesquisa.